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Energia elétrica

Caem 45% em 2017 migrações para o mercado livre de energia

18/01/2018 | 16h24

O mercado livre de energia elétrica permanece atraindo empresas com o interesse em redução de custos. Em 2017, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE registrou a adesão de 1.267 empresas para o Ambiente de Contratação Livre – ACL, uma média de 105 por mês. Apesar da grande movimentação, o fluxo de migração reduziu 45% em relação à 2016, quando foram registrados 2.303 consumidores novos no ACL, média de quase 200 adesões a cada mês.

Mesmo com a queda no número de migrações ao longo de 2017, quando comparada ao ritmo de 2015, as adesões mantiveram número expressivo. Há dois anos, a média de empresas aprovadas no quadro associativo da CCEE como consumidores livres e especiais era de apenas 8 por mês.

Os consumidores especiais, ou seja, empresas com demanda entre 500 KW e 3MW, representaram 92% de toda a migração em 2017, totalizando 1.164 adesões. Esta classe de agentes já representa 63% dos associados da CCEE (6.865). Para se ter uma ideia do impacto da migração nos últimos dois anos, ao final de 2015, a Câmara de Comercialização contava com 3.244 associados, o que significa um crescimento de cerca de 112% no número de empresas. Já os consumidores livres, empresas com demanda superior a 3MW, totalizaram 103 migrações e alcançaram a marca de 874 agentes na CCEE.

Para 2018, a Câmara de Comercialização registra 286 pedidos de adesão, divididos em 274 vindos de consumidores especiais e 12 de consumidores livres.

Maior representatividade no consumo

Além do crescimento do número de agentes, o mercado livre também tem ampliado sua representatividade no consumo de energia do Sistema Interligado Nacional – SIN. Segundo dados do Boletim InfoMercado, o consumo no ACL significou 28,5% em dezembro de 2017 (17.507 MW médios de 61.533 MW médios). Em dezembro de 2016, o mercado livre representava 26% do consumo (15.792 MW médios de 60.790 MW médios).



Fonte: Redação/Assessoria
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