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Negócios

Cade aprova compra da Rosa dos Ventos pela CPFL Renováveis

19/08/2013 | 11h03

 

A CPFL Energias Renováveis (CPFL-R) , do grupo CPFL, obteve  sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para dar prosseguimento à compra da  Rosa dos Ventos Geração e Comercialização de Energia. O Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (19) informa que a operação foi aprovada, sem restrições, pela superintendência-geral do órgão de  defesa da concorrência.
A empresa a ser comprada pertence atualmente à Martifer Renováveis Geração de Energia e Participações, do grupo Martifer.
Haverá sobreposição horizontal de atividades, pois as duas empresas envolvidas atuam no mercado de geração de energia elétrica a partir de matriz eólica. A operação também acarreta mudança de relações verticais, pois o grupo CPFL exerce atividades relacionadas à comercialização e distribuição de energia elétrica.
O Cade entendeu que, mesmo assim, não haverá prejuízo ao ambiente concorrencial por causa das baixas participações de mercado das duas empresas.
Segundo a parte da documentação sobre o processo que foi disponibilizada até agora pelo Cade, para o grupo CPFL, “a aquisição da Rosa dos Ventos representa um passo importante em sua estratégia de investimento na matriz eólica”. Já no caso da Martifer, a operação faz parte de uma estratégia de alienação de ativos.

A CPFL Energias Renováveis (CPFL-R) , do grupo CPFL, obteve  sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para dar prosseguimento à compra da Rosa dos Ventos Geração e Comercialização de Energia. O Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (19) informa que a operação foi aprovada, sem restrições, pela superintendência-geral do órgão de  defesa da concorrência.


A empresa a ser comprada pertence atualmente à Martifer Renováveis Geração de Energia e Participações, do grupo Martifer.


Haverá sobreposição horizontal de atividades, pois as duas empresas envolvidas atuam no mercado de geração de energia elétrica a partir de matriz eólica. A operação também acarreta mudança de relações verticais, pois o grupo CPFL exerce atividades relacionadas à comercialização e distribuição de energia elétrica.


O Cade entendeu que, mesmo assim, não haverá prejuízo ao ambiente concorrencial por causa das baixas participações de mercado das duas empresas.


Segundo a parte da documentação sobre o processo que foi disponibilizada até agora pelo Cade, para o grupo CPFL, “a aquisição da Rosa dos Ventos representa um passo importante em sua estratégia de investimento na matriz eólica”. Já no caso da Martifer, a operação faz parte de uma estratégia de alienação de ativos.

 



Fonte: Valor Online
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