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Política Energética

Cabral diz que petróleo deve representar fatia menor da receita do Rio no futuro

31/03/2010 | 13h24

O Estado do Rio de Janeiro deve receber US$ 90 bilhões em investimentos nos próximos três anos, estima o governador Sérgio Cabral. Durante o seminário ‘Invest in Rio’, Cabral reafirmou hoje que seu Estado espera obter grandes benefícios por sediar a Olimpíada de 2016 e ser um centro de operações para a Copa do Mundo de 2014. Mas ele também se disse confiante no fluxo de investimentos que deve advir da expansão da atividade petrolífera no Estado, além de outros setores que ele vê expandir-se no Rio.


Cabral conversou com o repórter Paulo Prada, do Wall Street Journal, o jornal americano que promove, em parceria com o Valor Econômico, a conferência ‘Invest in Rio’, em Nova York. A entrevista abriu o evento pela manhã.

 

 

O governador disse que a economia do Rio está se diversificando, e que espera que em 15 ou 20 anos a receita do petróleo represente bem menos da receita total do Estado do que os 15% de hoje.

 


Ele também destacou medidas para melhorar a segurança, especialmente na capital, as quais Cabral diz acreditar que terão efeito não só para os grandes eventos internacionais da Copa e da Olimpíada, mas de maneira mais permanente para a população em geral.

 


“As estatísticas estão mostrando uma queda nos homicídios – e isso é o marco civilizatório”, disse. O governador fez referências ao filme Tropa de Elite. “Hoje não há mais político que influencie a polícia” com subornos como no filme, disse. A gestão da polícia também está “terceirizada e modernizada”, de modo que a força está mais bem equipada, sustentou.

 


Em mais uma comparação com passagens do filme, Cabral disse que o combate ao crime organizado agora é “sem trégua e com objetivo”, citando um programa de seu governo pelo qual uma tropa especializada “pacifica” favelas e abre caminho para policiais treinados em convívio comunitário manterem a ordem. “Hoje temos 130 mil livres do jugo do tráfico.”



Fonte: Valor Online / The Wall Street Journal
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