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Mercado

BRICS estão próximos de criar fundo de reserva, diz China

27/08/2013 | 10h02

 

O grupo dos BRICS, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, está mais próximo de criar um fundo de reserva de US$ 100 bilhões que poderá ser acessado por qualquer membro em caso de necessidade de apoio financeiro, disse nesta terça-feira o vice-ministro de Finanças da China, Zhu Guangyao.
Em entrevista coletiva, o vice-ministro disse que a China participará - antes da realização, na próxima semana, da cúpula do G-20 em São Petersburgo, na Rússia - de encontro informal dos BRICS em que será discutido “o arranjo do fundo de reserva de emergência e o fortalecimento de uma rede de proteção financeira que assegure estabilidade”.
Segundo Zhu, as contribuições dos países participantes  para o fundo – bem como o modelo operacional, a estrutura de governança e as práticas de empréstimo  – já foram definidas pelos integrantes do grupo dos BRICS. O fundo de reserva de contingência contribuirá para “estimular a confiança”, de acordo com o vice-ministro chinês.
“É bom que se tenha tal estrutura multilateral de reserva e, no nível operacional, temos obtido avanços”, disse o vice-ministro, acrescentando que os líderes dos países envolvidos na iniciativa têm alcançado “mais consenso” sobre os detalhes do fundo. “É seguro dizer que, em um futuro próximo, veremos o lançamento do fundo”, afirmou.
Em março, durante encontro anual, na África do Sul, os ministros de finanças dos países que integram o BRICS assinaram um acordo para colocar em operação o fundo, que será constituído com o uso de reservas dos Bancos Centrais dos países do bloco, de acordo com uma fonte brasileira próxima à questão. A China contribuirá com US$ 41 bilhões; Brasil, Rússia e Índia, com US$ 18 bilhões cada; e a África do Sul, com US$ 5 bilhões, de acordo com uma autoridade do grupo.

O grupo dos BRICS, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, está mais próximo de criar um fundo de reserva de US$ 100 bilhões que poderá ser acessado por qualquer membro em caso de necessidade de apoio financeiro, disse nesta terça-feira o vice-ministro de Finanças da China, Zhu Guangyao.


Em entrevista coletiva, o vice-ministro disse que a China participará - antes da realização, na próxima semana, da cúpula do G-20 em São Petersburgo, na Rússia - de encontro informal dos BRICS em que será discutido “o arranjo do fundo de reserva de emergência e o fortalecimento de uma rede de proteção financeira que assegure estabilidade”.


Segundo Zhu, as contribuições dos países participantes  para o fundo – bem como o modelo operacional, a estrutura de governança e as práticas de empréstimo  – já foram definidas pelos integrantes do grupo dos BRICS. O fundo de reserva de contingência contribuirá para “estimular a confiança”, de acordo com o vice-ministro chinês.


“É bom que se tenha tal estrutura multilateral de reserva e, no nível operacional, temos obtido avanços”, disse o vice-ministro, acrescentando que os líderes dos países envolvidos na iniciativa têm alcançado “mais consenso” sobre os detalhes do fundo. “É seguro dizer que, em um futuro próximo, veremos o lançamento do fundo”, afirmou.


Em março, durante encontro anual, na África do Sul, os ministros de finanças dos países que integram o BRICS assinaram um acordo para colocar em operação o fundo, que será constituído com o uso de reservas dos Bancos Centrais dos países do bloco, de acordo com uma fonte brasileira próxima à questão. A China contribuirá com US$ 41 bilhões; Brasil, Rússia e Índia, com US$ 18 bilhões cada; e a África do Sul, com US$ 5 bilhões, de acordo com uma autoridade do grupo.

 



Fonte: Valor Econômico
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