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OTC 2013

Bratecc realiza café da manhã entre brasileiros e americanos

08/05/2013 | 16h21
Bratecc realiza café da manhã entre brasileiros e americanos
Magda Chambriard durante café da manhã da Bratecc. TN Petróleo Magda Chambriard durante café da manhã da Bratecc. TN Petróleo

 

Por ocasião da Offshore Technology Conference (OTC), a Bratecc (Câmara de Comércio Brasil - Texas) realizou nesta quarta-feira (8), no Westin Galleria Hotel, o tradicional café da manhã de negócios entre brasileiros e americanos.
Raul Sanson, vice presidente do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), abriu o evento apresentando as oportunidades e soluções para a indústria de óleo e gás do Rio de Janeiro, que atualmente produz 2 milhões de barris por dia de petróleo - o equivalente a 79% da produção brasileira.
Baseado no resultado do estudo Decisão Rio, o executivo lembrou que o Rio de Janeiro terá investimentos de R$ 211,5 bi até 2014, e que cerca de R$ 6,1 bilhões (15,1%) irão para o setor petroquímico.
"Através do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), temos diversos cursos técnicos de formação e treinamento voltados para o setor, além do Centro de Tecnologia Senai (CTS) do Rio de Janeiro, com excelência nas áreas de gestão ambiental, integridade de materiais, e simulação e automação", completou.
Magda Chambriard, diretora geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apontada como principal palestrante do encontro, fez um panorama do setor de gás no Brasil, indicando as principais perspectivas mediante as oportunidades que poderão surgir com a 12ª Rodada de Licitações (a se realizar nos dias 30 e 31 de outubro deste ano), de gás onshore, e os novos projetos para 2014.
Segundo ela, o Brasil é um país enorme, com fortes indícios de gás em terra de norte a sul, e se realmente o gás onshore for encontrado em grandes quantidades, o mercado de gás brasileiro vai poder aumentar bastante. "Estamos trabalhando para reduzir o risco exploratório das 'novas fronteiras', a fim de atrair investimentos de empresas públicas e privadas para essas áreas. O principal resultado será a descentralização dos investimentos exploratórios para os estados que não aspiram essa possibilidade", indicou.
As áreas ofertadas na 12ª Rodada serão: Bacia do Acre, Bacia Parecis (Rio Teles Pires), Bacia do Paraná (poço Barra Bonita), Bacia do Parnaíba (Parque dos Gaviões), Bacia Sergipe-Alagoas, Bacia do Recôncavo e Bacia do São Francisco.
Braulio Bastos, gerente executivo para empreendimentos de exploração e produção da Petrobras; e Paulo Alonso, assessor da presidência da Petrobras para conteúdo local e Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), trataram de temas estratégicos relacionados ao Plano de Negócios da empresa.
Bastos apresentou uma visão dos projetos e desafios da Petrobras, que pretende entre 2013 e 2020 instalar uma média de quase 5 mais unidades por ano e que terá cerca de 40 sondas de perfuração disponíveis. E Alonso falou sobre a demanda de bens e serviços da estatal para a indústria marítima até 2016.
A questão do financiamento da indústria brasileira deste segmento ficou a cargo de Ricardo Cunha, chefe do departamento da cadeia produtiva de petróleo e gás do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que irá investir deste ano até 2016, US$202 bilhões no setor de óleo e gás - 46,8% a mais que no período de 2008 a 2011. Já Bruno Musso, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) finalizou o evento fazendo um levantamento da política de conteúdo local do setor.
A Bratecc possui 400 membros, sendo a maioria da área de óleo e gás. O objetivo da organização é servir de fórum para estreitar o relacionamento entre Texas e Brasil. A organização é formada por empresas brasileiras e americanas.

Por ocasião da Offshore Technology Conference (OTC), a Bratecc (Câmara de Comércio Brasil - Texas) realizou nesta quarta-feira (8), no Westin Galleria Hotel, o tradicional café da manhã de negócios entre brasileiros e americanos.


Raul Sanson, vice presidente do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), abriu o evento apresentando as oportunidades e soluções para a indústria de óleo e gás do Rio de Janeiro, que atualmente produz 2 milhões de barris por dia de petróleo - o equivalente a 79% da produção brasileira.


Baseado no resultado do estudo Decisão Rio, o executivo lembrou que o Rio de Janeiro terá investimentos de R$ 211,5 bi até 2014, e que cerca de R$ 6,1 bilhões (15,1%) irão para o setor petroquímico.


"Através do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), temos diversos cursos técnicos de formação e treinamento voltados para o setor, além do Centro de Tecnologia Senai (CTS) do Rio de Janeiro, com excelência nas áreas de gestão ambiental, integridade de materiais, e simulação e automação", completou.


Magda Chambriard, diretora geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apontada como principal palestrante do encontro, fez um panorama do setor de gás no Brasil, indicando as principais perspectivas mediante as oportunidades que poderão surgir com a 12ª Rodada de Licitações (a se realizar nos dias 30 e 31 de outubro deste ano), de gás onshore, e os novos projetos para 2014.


Segundo ela, o Brasil é um país enorme, com fortes indícios de gás em terra de norte a sul, e se realmente o gás onshore for encontrado em grandes quantidades, o mercado de gás brasileiro vai poder aumentar bastante. "Estamos trabalhando para reduzir o risco exploratório das 'novas fronteiras', a fim de atrair investimentos de empresas públicas e privadas para essas áreas. O principal resultado será a descentralização dos investimentos exploratórios para os estados que não aspiram essa possibilidade", indicou.


As áreas ofertadas na 12ª Rodada serão: Bacia do Acre, Bacia Parecis (Rio Teles Pires), Bacia do Paraná (poço Barra Bonita), Bacia do Parnaíba (Parque dos Gaviões), Bacia Sergipe-Alagoas, Bacia do Recôncavo e Bacia do São Francisco.


Braulio Bastos, gerente executivo para empreendimentos de exploração e produção da Petrobras; e Paulo Alonso, assessor da presidência da Petrobras para conteúdo local e Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), trataram de temas estratégicos relacionados ao Plano de Negócios da empresa.


Bastos apresentou uma visão dos projetos e desafios da Petrobras, que pretende entre 2013 e 2020 instalar uma média de quase 5 mais unidades por ano e que terá cerca de 40 sondas de perfuração disponíveis. E Alonso falou sobre a demanda de bens e serviços da estatal para a indústria marítima até 2016.


A questão do financiamento da indústria brasileira deste segmento ficou a cargo de Ricardo Cunha, chefe do departamento da cadeia produtiva de petróleo e gás do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que irá investir deste ano até 2016, US$202 bilhões no setor de óleo e gás - 46,8% a mais que no período de 2008 a 2011. Já Bruno Musso, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) finalizou o evento fazendo um levantamento da política de conteúdo local do setor.


A Bratecc possui 400 membros, sendo a maioria da área de óleo e gás. O objetivo da organização é servir de fórum para estreitar o relacionamento entre Texas e Brasil. A organização é formada por empresas brasileiras e americanas.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
Autor: Maria Fernanda Romero
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