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Química

Braskem quer fazer plástico à base de álcool

24/01/2006 | 00h00

O diretor de assuntos institucionais da Braskem, Alexandrino de Alencar, considerou a nova linha de crédito do BNDES fundamental para estimular as empresas. Segundo ele, a empresa líder do setor petroquímico, controlada pelo Grupo Odebrecht, já se considera candidata a disputá-la, pois está fortemente empenhada em investir em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.

Atualmente, a companhia gasta R$ 50 milhões por ano em pesquisa e desenvolvimento e mantém três centros de pesquisa, nos quais emprega 160 profissionais.

O executivo da Braskem confirmou que a empresa está em fase de estudos preliminares para produzir plástico com álcool, substituindo o petróleo, para avaliar a possibilidade de fazer o protótipo baseado em experiência passada, e agora com nova tecnologia.

Esstamos examinando, pois isto tem duas vertentes: o custo da matéria-prima (o preço do álcool está subindo) em relação ao petróleo e o fato de ser um plástico dentro da cadeia verde, com benefícios ainda não quantificados. Mas o produto final é igual ao produzido com petróleo", afirmou.

No ano passado, a empresa ganhou dois prêmios na categoria inovação, um da Finep e outro da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). A premiação foi motivada pelo desenvolvimento de copos de plástico à base de polipropileno. "Você aperta e ele não quebra", afirmou Alexandrino.

Os novos copos foram adotados pela Gol, que antes utilizava copo de plástico à base de poliestireno, que rachava. A "invenção" da Braskem, financiada com recursos da própria empresa, gerou uma fábrica de máquinas para produzir o copo, a NTS, com sede em Criciúma (SC), considerada a capital brasileira dos descartáveis.

"Fizemos uma sociedade com o fabricante da máquina, na qual ele vende a máquina e a Braskem vende a nova resina. A máquina que cria o copo já foi vendida no mercado interno e agora está sendo exportada para a Argentina", disse Alexandrino. O próximo passo, segundo o executivo, é pedir recursos ao BNDES, nesta nova linha, para fortalecer a NTS.



Fonte: Valor Econômico
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