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Infra-estrutura

Braskem mantém interesse em investir na Bolívia

03/10/2007 | 00h00
A Braskem, maior companhia petroquímica da América Latina, mantém o interesse de investir pelo menos US$ 1,5 bilhão em uma fábrica na Bolívia, de acordo com informações de agências internacionais.

"Confirmamos ao ministro da Energia, Carlos Villegas, nosso interesse em investir em uma ou mais unidades de petroquímica na Bolívia", afirmou Daniel Villar, diretor da Odebrecht, que controla a Braskem. "O investimento em cada unidade deve ser de no mínimo US$ 1,5 bilhão", afirmou Villar.

O governo boliviano anunciou o projeto em fevereiro, mas em abril a companhia informou que temia que a Bolívia não tivesse gás suficiente para o projeto e não oferecia garantias suficientes. Mas Villar garantiu que o país "tem gás e terá ainda mais".

Ele também disse, de acordo com as agências de notícias, que a Petrobras está avaliando se fará parte do projeto. A fábrica (ou fábricas) poderão usar gás natural para produzir polietileno, produto em que a Braskem tem papel de destaque na América Latina.

O ministro Carlos Villegas informou que a companhia energética estatal (a YPFB) também pode participar do projeto. Ele acrescentou que as companhias estão planejando construir uma ou duas unidades na região de Santa Cruz, próxima da fronteira com o Brasil, ou na província de Tarija, rica em gás natural.

O presidente da Bolívia, Evo Morales, nacionalizou o setor de energia em 2006 e as companhias que operavam nesse setor tiveram que assinar novos contratos. Esses documentos garantiram maior participação nos lucros e maior controle do governo da Bolívia em energia.



Fonte: DCI
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