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Balanço trimestral

Braskem: lucro de R$ 1,5 bi

05/11/2015 | 12h48
Braskem: lucro de R$ 1,5 bi
Divulgação Braskem Divulgação Braskem

 

Fatores externos, como a desvalorização do real frente ao dólar e a manutenção das atuais margens do setor petroquímico mundial, compensaram a persistente retração da economia brasileira e contribuíram para o bom desempenho da Braskem no terceiro trimestre de 2015. Como saída para enfrentar a redução da demanda no mercado doméstico, as exportações de resinas termoplásticas da Braskem cresceram 43% na comparação com igual período de 2014, totalizando 454 mil toneladas.
 
As operações da Braskem nos Estados Unidos e na Europa também foram destaque no terceiro trimestre. As vendas de polipropileno avançaram 7% e atingiram 502 mil toneladas, um recorde pelo segundo trimestre consecutivo. Esse avanço é atribuído à melhora do desempenho das economias locais e à substituição de outros materiais pelo polipropileno.
 
Os claros sinais de retração da economia brasileira foram observados no mercado de resinas, que totalizou 1,219 milhão de toneladas, recuando 11% sobre igual trimestre do ano anterior, principalmente por causa da fraca demanda dos segmentos de bens duráveis, não duráveis e construção civil. Na mesma linha, o volume de vendas da Braskem no mercado doméstico recuou 8%, somando 866 mil toneladas.
 
O bom desempenho operacional da Braskem foi mantido no terceiro trimestre. A Companhia continuou operando seus crackers em linha com o trimestre anterior, apresentando taxa média de utilização de 92%. Esse índice só não foi maior devido aos problemas de suprimento de gás para o polo do Rio de Janeiro. Nos EUA e Europa, as plantas rodaram a 97% de sua capacidade.
 
A Braskem registrou EBITDA consolidado de R$ 3 bilhões no terceiro trimestre de 2015. Esse valor, que representa alta de 17% sobre o trimestre anterior, é explicado pela desvalorização média de 15% do real no período, o melhor patamar de spreads de petroquímicos básicos no mercado internacional, o contínuo bom desempenho operacional das plantas e a expansão de vendas. Em dólares, o EBITDA foi de US$ 870 milhões, 2% superior ao trimestre anterior.
 
O lucro líquido alcançou R$ 1,5 bilhão. O resultado representa alta de 545% sobre igual trimestre de 2014 (R$ 230 milhões). O número foi positivamente impactado pelo bom desempenho operacional e pela adoção da contabilidade de hedge, que traduz os efeitos da variação cambial dos passivos em dólar no resultado da companhia. Caso a contabilidade de hedge não estivesse em vigor, a Braskem teria registrado neste trimestre um prejuízo de R$ 3,3 bilhões em função dos efeitos da variação cambial.
 
O nível de alavancagem financeira da Braskem, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, encerrou o trimestre em 2,05 vezes, o menor patamar em nove anos. A agência de classificação de risco Fitch reafirmou, em setembro, o rating em escala global da Braskem em “BBB-“ e a perspectiva “estável”.
 
“O resultado positivo do trimestre é uma consequência dos fatores conjunturais externos, principalmente do câmbio e dos spreads petroquímicos e do bom desempenho operacional”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “A Companhia segue empenhada no resgate da competitividade estrutural das suas operações no Brasil, com programas de redução de custos e aumento de produtividade e, também, com a assinatura de um contrato de longo prazo de matéria-prima.”
 
PARTIDA DO COMPLEXO DO MÉXICO
Os investimentos realizados pela Braskem nos nove primeiros meses do ano totalizaram R$ 1,36 bilhão, dos quais mais de um terço (R$ 552 milhões) foi direcionado para o projeto integrado de produção de polietileno no México, que utilizará matéria-prima precificada nas competitivas referências do mercado norte-americano. Desenvolvido em parceria com o grupo mexicano Idesa, o empreendimento está em fase final de construção com início das operações previsto para o final deste ano.
 
Dos R$ 806 milhões restantes realizados no ano, cerca de 90% dos investimentos da Braskem foram direcionados às operações industriais, incluindo os investimentos relacionados à eficiência operacional, SSMA, produtividade e manutenção.
 
A Braskem se tornou patrocinadora da Equipe Brasileira de Paratletismo com o objetivo de desenvolver e preparar os atletas para competições nacionais e internacionais. Vale destacar também a inclusão da Companhia, pela quarta vez consecutiva, no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Valores de Nova York.

Fatores externos, como a desvalorização do real frente ao dólar e a manutenção das atuais margens do setor petroquímico mundial, compensaram a persistente retração da economia brasileira e contribuíram para o bom desempenho da Braskem no terceiro trimestre de 2015. Como saída para enfrentar a redução da demanda no mercado doméstico, as exportações de resinas termoplásticas da Braskem cresceram 43% na comparação com igual período de 2014, totalizando 454 mil toneladas.
 
As operações da Braskem nos Estados Unidos e na Europa também foram destaque no terceiro trimestre. As vendas de polipropileno avançaram 7% e atingiram 502 mil toneladas, um recorde pelo segundo trimestre consecutivo. Esse avanço é atribuído à melhora do desempenho das economias locais e à substituição de outros materiais pelo polipropileno.
 
Os claros sinais de retração da economia brasileira foram observados no mercado de resinas, que totalizou 1,219 milhão de toneladas, recuando 11% sobre igual trimestre do ano anterior, principalmente por causa da fraca demanda dos segmentos de bens duráveis, não duráveis e construção civil. Na mesma linha, o volume de vendas da Braskem no mercado doméstico recuou 8%, somando 866 mil toneladas.
 
O bom desempenho operacional da Braskem foi mantido no terceiro trimestre. A Companhia continuou operando seus crackers em linha com o trimestre anterior, apresentando taxa média de utilização de 92%. Esse índice só não foi maior devido aos problemas de suprimento de gás para o polo do Rio de Janeiro. Nos EUA e Europa, as plantas rodaram a 97% de sua capacidade.
 
A Braskem registrou EBITDA consolidado de R$ 3 bilhões no terceiro trimestre de 2015. Esse valor, que representa alta de 17% sobre o trimestre anterior, é explicado pela desvalorização média de 15% do real no período, o melhor patamar de spreads de petroquímicos básicos no mercado internacional, o contínuo bom desempenho operacional das plantas e a expansão de vendas. Em dólares, o EBITDA foi de US$ 870 milhões, 2% superior ao trimestre anterior.
 
O lucro líquido alcançou R$ 1,5 bilhão. O resultado representa alta de 545% sobre igual trimestre de 2014 (R$ 230 milhões). O número foi positivamente impactado pelo bom desempenho operacional e pela adoção da contabilidade de hedge, que traduz os efeitos da variação cambial dos passivos em dólar no resultado da companhia. Caso a contabilidade de hedge não estivesse em vigor, a Braskem teria registrado neste trimestre um prejuízo de R$ 3,3 bilhões em função dos efeitos da variação cambial.
 
O nível de alavancagem financeira da Braskem, medido pela relação entre dívida líquida por EBITDA em dólar, encerrou o trimestre em 2,05 vezes, o menor patamar em nove anos. A agência de classificação de risco Fitch reafirmou, em setembro, o rating em escala global da Braskem em “BBB-“ e a perspectiva “estável”.
 
“O resultado positivo do trimestre é uma consequência dos fatores conjunturais externos, principalmente do câmbio e dos spreads petroquímicos e do bom desempenho operacional”, diz Carlos Fadigas, presidente da Braskem. “A Companhia segue empenhada no resgate da competitividade estrutural das suas operações no Brasil, com programas de redução de custos e aumento de produtividade e, também, com a assinatura de um contrato de longo prazo de matéria-prima.”
 
Partida do complexo do México
Os investimentos realizados pela Braskem nos nove primeiros meses do ano totalizaram R$ 1,36 bilhão, dos quais mais de um terço (R$ 552 milhões) foi direcionado para o projeto integrado de produção de polietileno no México, que utilizará matéria-prima precificada nas competitivas referências do mercado norte-americano. Desenvolvido em parceria com o grupo mexicano Idesa, o empreendimento está em fase final de construção com início das operações previsto para o final deste ano.
 
Dos R$ 806 milhões restantes realizados no ano, cerca de 90% dos investimentos da Braskem foram direcionados às operações industriais, incluindo os investimentos relacionados à eficiência operacional, SSMA, produtividade e manutenção.
 
A Braskem se tornou patrocinadora da Equipe Brasileira de Paratletismo com o objetivo de desenvolver e preparar os atletas para competições nacionais e internacionais. Vale destacar também a inclusão da Companhia, pela quarta vez consecutiva, no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index, o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Valores de Nova York.

 



Fonte: Redação/Assessoria
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