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Parceria

Braskem irá adquirir nafta feita a partir de plástico reciclado pós-consumo

21/07/2011 | 11h47
A partir de 2013, a Braskem passa a ter mais uma fonte alternativa de matéria-prima. Além do etanol da cana-de-açúcar, que dá origem ao plástico verde, vai passar a utilizar nafta produzida a partir do plástico reciclado pós-consumo. O produto será fornecido pela Novaenergia, empresa baiana do grupo Wastech, especializada em tratamento de resíduos, que irá montar sua primeira usina de reciclagem avançada no CIA/Aeroporto em Salvador, na Bahia.

A expectativa é que a Braskem adquira inicialmente 1,4 milhão de litros de nafta a partir de resíduos plásticos por ano, a ser processada em sua unidade de petroquímicos básicos, localizada no Polo de Camaçari. “Buscar novas tecnologias e matérias-primas que gerem menor impacto ambiental faz parte do compromisso da Braskem com a sustentabilidade da cadeia produtiva do plástico”, explica Hardi Schuck, diretor de Supply Chain da Braskem. Outra vantagem do projeto é contribuir para a reciclagem pós-consumo nas grandes cidades, o que ainda é um desafio no Brasil.

A proposta da Novaenergia é uma solução sustentável para o destino do resíduo de Salvador e outros municípios próximos, que hoje geram diariamente cerca de 3 mil toneladas. A fábrica será capaz de processar 450 toneladas de resíduo por dia e irá transformar o material plástico em petróleo sintético. A cada 36 toneladas desse resíduo serão produzidos diariamente 30 mil litros de petróleo leve, do qual será produzida a nafta a ser processada pela Braskem, bem como óleo combustível e óleo diesel de baixo teor de enxofre (S<10ppm). Com o reaproveitamento do plástico e outros recicláveis extraídos no processo, o volume de resíduo que será aterrado diminuirá em 50%.

A implantação da unidade de reciclagem da Novaenergia na Bahia requer investimento em torno de R$ 25 milhões e deve começar a funcionar até o fim de 2012. “O contrato com a Braskem é muito importante para o projeto Novaenergia, pois atesta a credibilidade do processo que iremos utilizar e a qualidade do nosso produto final”, diz Luciano Coimbra, presidente do grupo Wastech/Novaenergia.


Fonte: Redação
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