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Petroquímica

Braskem defende contabilidade de hedge

14/08/2013 | 09h42

 

Braskem defende contabilidade de hedge
A Braskem reiterou ontem que, por ter uma exposição líquida ao dólar, a prática da contabilidade de hedge, adotada a partir de maio e anunciada ao mercado em 24 de julho, é a que melhor reflete os efeitos das variações cambiais no resultado da empresa. A regra permite que parte dos passivos em dólar seja designada como hedge de futuras exportações.
De acordo com o vice-presidente de finanças, planejamento e de relações com investidores da empresa, Mário Augusto da Silva, 100% das receitas estão direta ou indiretamente vinculadas ao dólar e entre 70% e 80% dos custos estão atrelados à moeda americana.
Além disso, a petroquímica apresenta fluxo de exportação constante - anualmente, os embarques giram em torno de US$ 3 bilhões, ou 25% do faturamento - e possui dívida "extremamente longa" (em junho, o prazo médio era de 15 anos). "A regra permite casar fluxos futuros de receita de exportação com a variação cambial", explicou Silva. "Dessa forma, a variação cambial não transita pelo resultado num primeiro momento e deixa de gerar um lucro ou prejuízo meramente contábil."
Conforme o executivo, a adoção dessa regra ocorreu estudo. "Depois que a administração entendeu que ela melhor reflete os resultados da companhia, encaminhamos à avaliação dos auditores independentes", afirmou Silva.
No segundo trimestre, a Braskem registrou prejuízo líquido de R$ 128 milhões, já sob a nova regra. Sem a adoção dessa prática, a empresa teria registrado prejuízo trimestral de R$ 1,08 bilhão.

A Braskem reiterou ontem que, por ter uma exposição líquida ao dólar, a prática da contabilidade de hedge, adotada a partir de maio e anunciada ao mercado em 24 de julho, é a que melhor reflete os efeitos das variações cambiais no resultado da empresa. A regra permite que parte dos passivos em dólar seja designada como hedge de futuras exportações.


De acordo com o vice-presidente de finanças, planejamento e de relações com investidores da empresa, Mário Augusto da Silva, 100% das receitas estão direta ou indiretamente vinculadas ao dólar e entre 70% e 80% dos custos estão atrelados à moeda americana.


Além disso, a petroquímica apresenta fluxo de exportação constante - anualmente, os embarques giram em torno de US$ 3 bilhões, ou 25% do faturamento - e possui dívida "extremamente longa" (em junho, o prazo médio era de 15 anos). "A regra permite casar fluxos futuros de receita de exportação com a variação cambial", explicou Silva. "Dessa forma, a variação cambial não transita pelo resultado num primeiro momento e deixa de gerar um lucro ou prejuízo meramente contábil."


Conforme o executivo, a adoção dessa regra ocorreu estudo. "Depois que a administração entendeu que ela melhor reflete os resultados da companhia, encaminhamos à avaliação dos auditores independentes", afirmou Silva.


No segundo trimestre, a Braskem registrou prejuízo líquido de R$ 128 milhões, já sob a nova regra. Sem a adoção dessa prática, a empresa teria registrado prejuízo trimestral de R$ 1,08 bilhão.

 



Fonte: Valor Econômico
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