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Petroquímica

Braskem aposta alto no exterior

06/04/2006 | 00h00

Com a definição sobre seu futuro na Copesul (RS) e em pleno processo de consolidação na Copene (BA), os planos de expansão da Braskem para os próximos anos passam pela aceleração da implantação de unidades industriais na Venezuela e na Bolívia. Incluem ainda a abertura de escritórios comerciais na Europa e na Ásia, provavelmente na China, ao longo de 2006, disse ontem o presidente da empresa, José Carlos Grubisich. "Vamos colocar mais energia e concentração nos projetos na Bolívia e na Venezuela."

Na Bolívia, a Braskem, a Petrobras e a boliviana YPFB trabalham para definir a viabilidade da implantação de uma unidade de polietileno na fronteira entre os dois países apesar do "grande debate" sobre a eventual nacionalização das reservas locais de gás e petróleo pelo governo do presidente Evo Morales, afirmou Grubisich. A unidade terá capacidade entre 600 mil e 700 mil toneladas por ano e exigirá investimentos totais de US$ 1,5 bilhão.

Conforme o executivo, a nova unidade apresenta grande "atratividade" do ponto de vista econômico, pois poderá produzir polietileno com custos competitivos com "qualquer novo projeto no Oriente Médio", além de atender às "preocupações políticas e sociais" do governo boliviano ao "agregar valor" para o gás e criar mais de 150 mil empregos diretos e indiretos. A espanhola Repsol também dispõe de reservas importantes de gás na Bolívia e poderá aderir ao projeto, admitiu Grubisich.

Na Venezuela, a intenção da Braskem é colocar uma unidade com capacidade instalada de 400 mil toneladas anuais de polipropileno em operação até o fim de 2008 ou início de 2009, num investimento estimado em US$ 250 milhões. O projeto está sendo desenvolvido com a Pequiven, braço petroquímico da petrolífera estatal venezuelana PDVSA, e a construção poderá começar no segundo semestre se até junho forem concluídos os estudos de viabilidade técnica e econômica.

Já a primeira filial comercial da Braskem fora do continente americano deverá ser instalada na Europa ainda no primeiro semestre, afirmou o executivo. Até o fim do ano será a vez de abrir uma representação na China, para a empresa conhecer melhor o mercado regional e ter melhores condições de "precificar" e desenvolver novos produtos. A companhia já tem um escritório nos Estados Unidos e no fim de 2005 abriu na Argentina.



Fonte: Valor Econômico
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