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Gás e Energia

Brasil será dependente da Bolívia até 2020

23/08/2012 | 11h37

 

Pelo menos até 2020 a Petrobras não conseguirá atingir a autossuficiência na produção de gás natural, revelou na quarta-feira (22) o diretor de Gás e Energia da petroleira, José Alcides Santoro. O executivo previu que, mesmo com o aumento da produção nacional de gás previsto os próximos oito anos, o Brasil continuará dependente da importação de gás da Bolívia. Hoje, o Brasil importa 30 milhões de metros cúbicos de gás por dia do país vizinho.
"Se tirar os 30 milhões (de metros cúbicos do gás boliviano), não conseguimos atender o mercado. Mesmo em 2016 (e também em 2020, conforme as previsões apresentadas por Santoro ao falar sobre a participação da área que dirige no Plano de Negócios 2012-2916 da Petrobras). A diferença entre a oferta e a demanda não é 30 milhões, é 13, 14 milhões. Ou seja, se eu tirar a Bolívia, vão faltar 16, 17 milhões", disse o diretor.
Santoro declarou que a previsão de um maior processamento de gás acompanhará a demanda com folga suficiente para novos empreendimentos, mas sem dispensar a importação do produto na Bolívia.
Maior oferta
A previsão da Petrobras é de que em 2016 haverá uma oferta de 139 milhões de metros cúbicos por dia, para uma demanda de 124 milhões. Em 2020, a oferta passará, de acordo com a estimativa da empresa, a 168 milhões de m3/dia, para um consumo de 155 milhões.
A se concretizarem as estimativas, a Petrobras poderá até ter diminuído as importações do gás boliviano em 2020, mas não poderá dispensá-las, pois a diferença da folga entre a produção e o consumo à época não será capaz de proporcionar ao Brasil a condição de abastecimento interno autossuficiente.
No novo Plano de Negócios, a oferta foi revisada para baixo, já que o gás produzido no país é associado ao petróleo.

Pelo menos até 2020 a Petrobras não conseguirá atingir a autossuficiência na produção de gás natural, revelou na quarta-feira (22) o diretor de Gás e Energia da petroleira, José Alcides Santoro. O executivo previu que, mesmo com o aumento da produção nacional de gás previsto os próximos oito anos, o Brasil continuará dependente da importação de gás da Bolívia. Hoje, o Brasil importa 30 milhões de metros cúbicos de gás por dia do país vizinho.


"Se tirar os 30 milhões (de metros cúbicos do gás boliviano), não conseguimos atender o mercado. Mesmo em 2016 (e também em 2020, conforme as previsões apresentadas por Santoro ao falar sobre a participação da área que dirige no Plano de Negócios 2012-2916 da Petrobras). A diferença entre a oferta e a demanda não é 30 milhões, é 13, 14 milhões. Ou seja, se eu tirar a Bolívia, vão faltar 16, 17 milhões", disse o diretor.


Santoro declarou que a previsão de um maior processamento de gás acompanhará a demanda com folga suficiente para novos empreendimentos, mas sem dispensar a importação do produto na Bolívia.



Maior oferta


A previsão da Petrobras é de que em 2016 haverá uma oferta de 139 milhões de metros cúbicos por dia, para uma demanda de 124 milhões. Em 2020, a oferta passará, de acordo com a estimativa da empresa, a 168 milhões de m3/dia, para um consumo de 155 milhões.


A se concretizarem as estimativas, a Petrobras poderá até ter diminuído as importações do gás boliviano em 2020, mas não poderá dispensá-las, pois a diferença da folga entre a produção e o consumo à época não será capaz de proporcionar ao Brasil a condição de abastecimento interno autossuficiente.


No novo Plano de Negócios, a oferta foi revisada para baixo, já que o gás produzido no país é associado ao petróleo.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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