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Mercosul

Brasil quer que BNDES financie gasoduto da Petrobras na Argentina

14/09/2004 | 00h00

O governo brasileiro se comprometeu a viabilizar um investimento de US$ 200 milhões necessário para a ampliação de um gasoduto na região sul da Argentina, mas quer que o dinheiro saia do BNDES.
Segundo reportagem publicada pelo jornal argentino "El Cronista", o governo argentino vinha pressionando para que o investimento fosse realizado diretamente pela Petrobras, controladora da Transportadora de Gas del Sur (TGS), que tem a concessão para operar o gasoduto.
O governo argentino preferia que o dinheiro saísse da empresa para que ela assumisse os riscos de realização da obra, considerada essencial para que o país não volte a ter problemas com o abastecimento de gás no ano que vem.
O compromisso de ajudar no financiamento da obra foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante visita, feita na semana passada, pelo ministro da Economia argentino, Roberto Lavagna, a Brasília.
A concessão de um crédito pelo BNDES obriga o banco central argentino a atuar como garantidor da operação, já que a idéia é que ela seja feita por meio do Convênio de Crédito Recíproco (CCR). As operações feitas por meio do mecanismo são canceladas pelos respectivos bancos centrais, que se encarregam de receber os fundos necessários para cobrir os custos.
No caso do gasoduto, o governo tenta conseguir o dinheiro por meio de um fundo, que pretende atrair investimentos de empresas de energia, bancos e fundos de pensão.
Outro jornal argentino, o "Ambito Financiero" afirmou, ontem, que as condições impostas pelo BNDES para apoiar a ampliação do gasoduto são "protecionistas" porque as linhas de crédito do banco só poderiam ser usadas se fossem adquiridos bens e serviços de fornecedores brasileiros. Segundo o jornal, a restrição deve causar o protesto de empresas argentinas.



Fonte: Valor Econômico
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