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Rio Pipeline 2013

Brasil precisa reverter sua matriz de transporte

24/09/2013 | 12h50
Brasil precisa reverter sua matriz de transporte
Paulo Fernando Feury, do Instituto Ilos. IBP/ Somafoto Paulo Fernando Feury, do Instituto Ilos. IBP/ Somafoto

O Brasil precisa reverter sua matriz de transporte e investir mais em infraestrutura. A afirmação foi dada nesta terça-feira (24) por Paulo Fernando Feury, CEO do Instituto Ilos, durante palestra de abertura da Rio Pipeline 2013. Segundo o executivo, o modal dutoviário foi o que mais cresceu ao longo de 8 anos, saindo de 15 mil km para 19,7 mil km. O crescimento foi de 30,7% no período de 2004 a 2012 (taxa de crescimento de 2% ao ano).

"O Brasil precisa reverter sua matriz, mas o passivo que temos pelo não investimento nos anos anteriores é de tal ordem que o efeito acaba sendo pequeno", afirmou.

Em 1975, cerca de 1,85% do Produto Interno Bruto (PIB) foi investido em transporte e em 2012 esse valor caiu para 0,42%. O menor investimento foi em 1980, com 0,15% do PIB em transporte.

Atualmente 66% da carga brasileira viaja de caminhão, o restante se divide entre os outros modais - aquaviário (11%), aéreo (0,05%), dutoviário (3%) e ferroviário (19%).

De acordo com estudos do Instituto Ilos, a logística brasileira avançou bastante no que se refere a gestão empresarial, no entanto a infraestrutura não acompanhou. "Hoje, a logística movimenta cerca de R$344 bilhões/ ano e representa 8% do faturamento das empresas. As mil maiores empresas gastam R$173 bilhões/ ano", complementou.

O transporte é o maior responsável pelos custos logísticos - representando mais de 70%. Em sua apresentação, o especialista mostrou que na última década, os gastos logísticos no país tiveram uma redução. De 2004 a 2010, esses valores cairam de 12,1% para 10,6%. "Os EUA têm em média 7,7% do PIB em custos logísticos e o Brasil, 10,6% - aproximadamente 3% de diferença. Se nós tivéssemos a eficiência logística deles, economizaríamos mais de R$100 bi por ano de nosso PIB. O problema do Brasil não é ineficiência logística, é o mal uso da matriz de transporte", ressaltou.



Fonte: Revista TN Petróleo/ Redação, Maria Fernanda Romero e Karolyna Gomes
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