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Mercado

Brasil ocupa posição de destaque no setor de energia eólica latino-americano

01/03/2012 | 17h06
Números apresentados no Comitê Latino-Americano do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC), durante encontro que foi realizado no México em fevereiro, ressaltam a liderança do Brasil no mercado eólico latino-americano. O país foi responsável por 50% das instalações efetuadas na América Latina em 2011, com 582,6 GW, e também se destaca quanto à capacidade total investida em energia eólica.

Na segunda posição, no mesmo ranking, está o México, com 31%, Honduras, respondendo por 9%, Argentina em 7% e Chile com 3%. O Brasil também se sobressai quando o aspecto analisado é potência instalada acumulada por país, de 2008 a 2012, alcançando um volume de 1.509 MW.

Analisando as perspectivas de crescimento até 2020, as previsões não poderiam ser mais positivas para o mercado eólico brasileiro. A Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), instituição que congrega e representa o setor eólico no país, continua atuando para garantir a sustentabilidade da indústria eólica, que apresentou crescimento notável nos últimos anos. “Nossa previsão é que o Brasil atinja o potencial de 20.000 MW instalados até 2020 e esse número é muito plausível. Para sustentar essa indústria, basta vender, pelo menos, 2 GW por ano, somando-se o mercado regulado e mercado livre”, destaca Pedro Perrelli, diretor executivo da ABEEólica, que participou do encontro.

Segundo dados disponibilizados pelo GWEC, a previsão é de que América Latina e Caribe atinjam 30.000 MW de capacidade cumulativa até 2020.


Mercado de turbinas eólicas

O Conselho também disponibilizou estatísticas quanto à participação dos fabricantes de turbinas eólicas nos três principais mercados latino-americanos. No Brasil, a Enercon tem 43%, Suzlon 24%, Impsa 22% e Vestas 10%, todas associadas da ABEEólica.

No México, a Acciona WP tem 63%, Gamesa 23% e Clipper 14%. Já no Chile, Vestas detém 57%, Acciona 30%, Dewind 10% e Siemens 2%.


Fonte: Redação
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