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Empresas

Brasil e Noruega avançam na cooperação tecnológica

18/04/2013 | 11h36
Brasil e Noruega avançam na cooperação tecnológica
Jeferson Bachour (Sindimiva), Kjell O. Johannessen (NODE) e Olavo Machado ... Jeferson Bachour (Sindimiva), Kjell O. Johannessen (NODE) e Olavo Machado ...

 

Na quarta-feira (17), a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e o Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vale do Aço (Sindimiva) assinaram, em Ipatinga, dois acordos com empresários noruegueses para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor metalmecânico. A ideia é transformá-lo em fornecedor qualificado de companhias que exploram petróleo e gás. A ação empresarial se soma a iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) de incluir a região em seu projeto de Arranjos Produtivos Locais (APLs) que atenderão a Petrobras.
A referência da Noruega - um dos principais países produtores de petróleo do mundo - para o setor metalmecânico no Vale do Aço é o cluster NCE Node. Com ele, o Sindimiva e a Fiemg assinaram um acordo que aproxima Minas Gerais de 58 empresas europeias, para troca de informações, tecnologia e conhecimento.
“Os noruegueses têm enorme competência para atender ao setor de petróleo, gás e naval. Nós temos mercado e empresas interessadas. Com essa união, podemos desenvolver e gerar negócios fornecendo produtos com alto valor agregado”, disse o presidente da Fiemg, Olavo Machado Junior.
Promovendo a cooperação
A empresa de tecnologia de petróleo Noba Tech AS assinou um acordo para o estabelecimento de uma subsidiária e cooperação com o grupo industrial brasileiro HTS. Pelo acordo, a Noba Tech do Brasil Ltda será uma subsidiária da Noba Tech AS, e contará com treinamento de funcionários na Noruega.
"O estabelecimento no Brasil criará oportunidades de entregas no país com alto grau de conteúdo local. A filial local atenderá às especificações e requerimentos da indústria petrolífera brasileira já conhecidos na Noruega", disse o Sr.Kjetil Høisæter Paulsen,CEO da Noba Tech.
A HTS está localizada em Ipatinga, estado de Minas Gerais, e é uma das cinco regiões que vai abrigar o projeto APL lançados pelo MDIC em cooperação com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Petrobras.
A Noba Tech AS é uma joint venture de três empresas norueguesas que fazem parte do cluster NCE.
"As empresas do cluster NCE Node têm contratos para fornecimento de equipamentos no Brasil de aproximadamente de 30-40 bilhões de coroas norueguesas (aproximadamente US$ 6 bilhões). Em todos esses contratos é exigido conteúdo local, sendo assim vemos como uma ótima notícia o estabelecimento de subfornecedores no Brasil", diz o Sr. Kjell O. Johannessen, CEO do NCE NODE.
Atualmente existem cerca de 110 empresas norueguesas no Brasil, das quais mais de 75% atuam na indústria de petróleo e gás e no setor marítimo.
"O Brasil apresenta grandes oportunidades para empresas norueguesas de tecnologia de petróleo, entretando vale lembrar que o mercado é exigente. Preparação minuciosa e persistência são importantes. Ao cooperarem as empresas norueguesas se tornam mais eficientes e diminuem os obstáculos durante seu estabelecimento", afirmou a diretora da Innovation Norway no Brasil, Sra. Helle Moen. "No Brasil, nos próximos anos, serão feitos grandes investimentos em áreas nas quais empresas norueguesas são líderes mundiais. A necessidade de fornecedores fortes e qualificados é enorme", concluiu.

Na quarta-feira (17), a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e o Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vale do Aço (Sindimiva) assinaram, em Ipatinga, dois acordos com empresários noruegueses para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor metalmecânico. A ideia é transformá-lo em fornecedor qualificado de companhias que exploram petróleo e gás. A ação empresarial se soma a iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) de incluir a região em seu projeto de Arranjos Produtivos Locais (APLs) que atenderão a Petrobras.


A referência da Noruega - um dos principais países produtores de petróleo do mundo - para o setor metalmecânico no Vale do Aço é o cluster NCE Node. Com ele, o Sindimiva e a Fiemg assinaram um acordo que aproxima Minas Gerais de 58 empresas europeias, para troca de informações, tecnologia e conhecimento.


“Os noruegueses têm enorme competência para atender ao setor de petróleo, gás e naval. Nós temos mercado e empresas interessadas. Com essa união, podemos desenvolver e gerar negócios fornecendo produtos com alto valor agregado”, disse o presidente da Fiemg, Olavo Machado Junior.



Promovendo a cooperação


A empresa de tecnologia de petróleo Noba Tech AS assinou um acordo para o estabelecimento de uma subsidiária e cooperação com o grupo industrial brasileiro HTS. Pelo acordo, a Noba Tech do Brasil Ltda será uma subsidiária da Noba Tech AS, e contará com treinamento de funcionários na Noruega.


"O estabelecimento no Brasil criará oportunidades de entregas no país com alto grau de conteúdo local. A filial local atenderá às especificações e requerimentos da indústria petrolífera brasileira já conhecidos na Noruega", disse o Sr.Kjetil Høisæter Paulsen, CEO da Noba Tech.


A HTS está localizada em Ipatinga, e é uma das cinco regiões que vai abrigar o projeto APL lançados pelo MDIC em cooperação com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Petrobras.


A Noba Tech AS é uma joint venture de três empresas norueguesas que fazem parte do cluster NCE.


"As empresas do cluster NCE Node têm contratos para fornecimento de equipamentos no Brasil de aproximadamente de 30-40 bilhões de coroas norueguesas (aproximadamente US$ 6 bilhões). Em todos esses contratos é exigido conteúdo local, sendo assim vemos como uma ótima notícia o estabelecimento de subfornecedores no Brasil", diz o Sr. Kjell O. Johannessen, CEO do NCE NODE.


Atualmente existem cerca de 110 empresas norueguesas no Brasil, das quais mais de 75% atuam na indústria de petróleo e gás e no setor marítimo.


"O Brasil apresenta grandes oportunidades para empresas norueguesas de tecnologia de petróleo, entretando vale lembrar que o mercado é exigente. Preparação minuciosa e persistência são importantes. Ao cooperarem as empresas norueguesas se tornam mais eficientes e diminuem os obstáculos durante seu estabelecimento", afirmou a diretora da Innovation Norway no Brasil, Sra. Helle Moen. "No Brasil, nos próximos anos, serão feitos grandes investimentos em áreas nas quais empresas norueguesas são líderes mundiais. A necessidade de fornecedores fortes e qualificados é enorme", concluiu.



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação
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