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Política

Brasil e Angola querem intensificar parcerias estratégicas

13/11/2012 | 09h56

 

Pela terceira vez no Brasil, o ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, está nesta terça-feira (13) e quarta (14) em Brasília para participar da 1ª Comissão Bilateral de Alto Nível e de reuniões com o chanceler Antonio Patriota. Desde 2010, Brasil e Angola mantêm parceria estratégica. Em discussão, a ampliação de acordos nas áreas sociais, de ciência e tecnologia, além da comercial. A crise na Guiné-Bissau também será tema das reuniões.
O mecanismo de parceria estratégica foi negociado entre os presidentes Dilma Rousseff e José Eduardo dos Santos, de Angola. Dilma foi a Luanda, capital angolana, em novembro de 2011, quando reforçou o interesse do Brasil em ampliar os acordos de cooperação com os angolanos.
Nas reuniões, Patriota e Chikoti discutirão a possibilidade de aumentar as parcerias nas áreas de educação, saúde, cultura, agricultura, defesa, tecnologia da informação, combate a ilícitos transnacionais e assuntos migratórios e consulares.
Os chanceleres querem intensificar o intercâmbio comercial e os investimentos. Empresas brasileiras de construção civil e de recursos minerais e energéticos estão entre os maiores investidores externos em Angola. O comércio bilateral cresceu, nos últimos dez anos, 716% de 2002 a 2011, passando de US$ 211 milhões a US$ 1,51 bilhão.
Também será discutida a situação política na Guiné-Bissau, que há sete meses sofreu um golpe militar e vive ainda em clima de instabilidade. O tema é assunto ainda da Cúpula do Mecanismo América do Sul e África (ASA), que inclui também a revitalização da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (cuja sigla é Zopacas, sob a presidência de Angola).

Pela terceira vez no Brasil, o ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Chikoti, está nesta terça-feira (13) e quarta (14) em Brasília para participar da 1ª Comissão Bilateral de Alto Nível e de reuniões com o chanceler Antonio Patriota. Desde 2010, Brasil e Angola mantêm parceria estratégica. Em discussão, a ampliação de acordos nas áreas sociais, de ciência e tecnologia, além da comercial. A crise na Guiné-Bissau também será tema das reuniões.


O mecanismo de parceria estratégica foi negociado entre os presidentes Dilma Rousseff e José Eduardo dos Santos, de Angola. Dilma foi a Luanda, capital angolana, em novembro de 2011, quando reforçou o interesse do Brasil em ampliar os acordos de cooperação com os angolanos.


Nas reuniões, Patriota e Chikoti discutirão a possibilidade de aumentar as parcerias nas áreas de educação, saúde, cultura, agricultura, defesa, tecnologia da informação, combate a ilícitos transnacionais e assuntos migratórios e consulares.


Os chanceleres querem intensificar o intercâmbio comercial e os investimentos. Empresas brasileiras de construção civil e de recursos minerais e energéticos estão entre os maiores investidores externos em Angola. O comércio bilateral cresceu, nos últimos dez anos, 716% de 2002 a 2011, passando de US$ 211 milhões a US$ 1,51 bilhão.


Também será discutida a situação política na Guiné-Bissau, que há sete meses sofreu um golpe militar e vive ainda em clima de instabilidade. O tema é assunto ainda da Cúpula do Mecanismo América do Sul e África (ASA), que inclui também a revitalização da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (cuja sigla é Zopacas, sob a presidência de Angola).

 



Fonte: Agência Brasil
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