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Meio ambiente

Brasil debate nova Convenção sobre água de lastro

21/10/2004 | 00h00

Técnicos dos ministérios do Meio Ambiente, dos Transportes, da Saúde e da Defesa, da Petrobras e da indústria reúnem-se, quinta (21/10) e sexta-feira (22/10), no Rio de Janeiro (RJ), para debater sobre a nova Convenção Internacional sobre Controle e Gestão de Água de Lastro e Sedimentos de Navios e os desafios para proteger o país de espécies invasoras.
A introdução de espécies exóticas por meio da água de lastro, usada para manter o equilíbrio dos navios durante o transporte de cargas, é uma das maiores ameaças aos oceanos, logo atrás da poluição e da pesca excessiva. No Brasil, o maior exemplo dessa invasão é o mexilhão dourado, que veio da Ásia na água de lastro de navios e ameaça até o Pantanal.
A nova Convenção foi aprovada em fevereiro pela Organização Marítima Internacional (IMO, do inglês International Maritime Organization), agência das Nações Unidas que trata da segurança da navegação e da prevenção da poluição nos mares. O texto estabelece, por exemplo,  que a troca da água de lastro deve acontecer de preferência em alto mar, no mínimo a 320 quilômetros (200 milhas) da costa ou a 200 metros de profundidade.
O seminário, realizado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Transpetro - subsidiária da Petrobras, além de discutir os desafios estabelecidos pela IMO, subsidiará o Brasil para uma decisão sobre a ratificação do novo texto da Convenção. Para entrar em vigor, o tratado deverá ser ratificado por pelo menos trinta países que representem 35% da tonelagem da frota mundial.
Estima-se que a movimentação de água de lastro transporte pelo menos sete mil espécies a cada dia em todo o mundo. Apesar da maioria dessas espécies não sobreviver à viagem, muitas acabam se multiplicando e causando impactos ao ambiente onde são despejadas. O mexilhão dourado, por exemplo, se espalhou de tal forma pelos rios brasileiros que levou o governo a criar uma força tarefa nacional, reunindo 19 órgãos do poder público, empresas privadas e organizações civis e a estabelecer um plano de ação, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, para conter o avanço do molusco. Leia o texto da Conferência Diplomática para Adoção de Convenção Internacional para o Controle e Gestão da Água de Lastro de Navios e Sedimentos de Navios.



Fonte: Ambiente Brasil
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