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Tecnologia brasileira

BR se prepara para atuar na distribuição do bio querosene para aviação

06/07/2007 | 00h00
A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. 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O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho do pesquisador anunciou que, até o fim do ano que vem, a Tecbio deve inaugurar a primeira usina de bio querosene do país. De acordo com a presidente da BR, Graça Foster, a Petrobras Distribuidora já se prepara para atuar na inserção dos biocombustiveis no mercado de aviação. "Estamos acompanhando de perto as pesquisas no Brasil e no mundo para a utilização dos biocombustiveis no setor aéreo, e trabalhando numa cuidadosa avaliação das demandas potenciais de infra-estrutura de suprimento e de marco regulatório. Nosso objetivo é preparar a Petrobras Distribuidora para se tornar pioneira também na comercialização de biocombustiveis misturados ao querosene de aviação (Bio QAV)", acentuou. Ainda durante o encontro, a BR apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país nos setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. Segundo essa apresentação, em 14 meses o biodiesel chegou a 5.500 postos de abastecimento de todo o país, a companhia passou a fornecer B2 para 1.746 empresas de transporte de carga e passageiros, representando 78% de seus clientes no setor; a Cia. Vale do Rio Doce contratou a compra de 48 milhões de litros de B20 para sua frota ferroviária, e durante os Jogos Panamericanos do Rio uma grande frota de ônibus rodará com B5. Graça Foster falou ainda sobre a infra-estrutura montada para a comercialização plena do produto, detalhando pontos fundamentais da logística de sua colocação como a coleta, armazenagem e o suprimento. Segundo ela, essas informações servirão de referência para as demais distribuidoras se adequarem ao cumprimento da legislação que torna obrigatória a comercializando óleo diesel com 2% de biodiesel ( B2) a partir de 31 de janeiro de 2008., , ,, ,, A informação foi divulgada na manhã de hoje (06/07), durante a realização do seminário “Biodiesel BR: Consolidado em Terra, Iniciado no Mar e a Caminho do Ar”, realizado na sede da Petrobras Distribuidora, no Rio de Janeiro. O evento contou com a participação do ministro de Minas e Energia, Nelson Hubner, que exaltou o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento de biocombustíveis e defendeu a retomada de investimentos em energia atômica. Durante o encontro, a presidente da BR, Graça Foster, apresentou dados consolidados sobre o mercado de biodiesel no país, incluindo relacionamento com produtores e órgãos reguladores, e os resultados alcançados nas vendas para os setores automotivo, ferroviário, marítimo e industrial. O seminário serviu ainda para o lançamento do livro “Economia da Energia”, feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IE/UFRJ), sob supervisão do prof. Helder Queiroz Pinto Junior. Em pronunciamento gravado e transmitido em um telão para a platéia no auditório da BR, já que tinha compromisso com a Boeing e não pode comparecer ao evento, o engenheiro e pesquisador Expedito Parente, dono da TecBio, explicou que as pesquisas em torno do bio querosene (Bio QAV) começaram nos anos 80 na Tecbio, em Fortaleza, e pouco depois ganharam o apoio dos técnicos do Centro Tecnológico da Aeronáutica (CTA), de São Paulo. Segundo Expedito, considerado o "pai do biodiesel brasileiro", em 1984 foi feito um teste de campo, e um avião Bandeirante, fabricado pela Embraer, voou usando o querosene de fonte natural renovável com tecnologia nacional. Na época, explicou, o projeto foi considerado estratégico e e transformou-se em um segredo militar. Anos depois, o projeto chamou a atenção dos técnicos da Boeing e da NASA, e foi fechada uma parceria para o desenvolvimento final da tecnologia. Parente também informou que, dentro da segunda fase do convênio com a empresa e a agência americanas (a primeira etapa foi comprovar a sustentabilidade do programa) novos vôos experimentais estão previstos para 2008. Mais do que isso, o filho

Fonte: Da redação
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