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Golfo do México

BP estanca vazamento após desastre ambiental, econômico e político

05/08/2010 | 10h33
O presidente dos EUA, Barack Obama, comemorou a aparente contenção do vazamento de petróleo no Golfo do México e disse que é uma "notícia muito boa". Ele também afirmou que a operação de limpeza também está adiantada. "Um informe de nossos cientistas mostra que a vasta maioria do petróleo foi dispersada ou tirada da água", disse. A pressa de Obama em mostrar bons resultados vem depois de meses em que sua imagem foi afetada pelo maior desastre ecológico dos EUA.


Pesquisas mostram que a maior parte dos americanos viu a atuação do governo como vacilante, o que poderia se refletir na performance dos democratas na eleição legislativa de novembro. O vazamento do poço da BP jogou no mar cerca de 4,9 milhões de barris de petróleo desde abril, quando a plataforma Deepwater Horizon explodiu. O desastre colocou em perigo o rico ecossistema de cinco Estados litorâneos do Golfo do México e prejudicou a economia local. Ele se tornou o maior derrame marítimo acidental de óleo no mundo, superando a explosão de 1979 no poço Ixtoc na baía de Campeche, no México, que despejou quase 3 milhões de barris de petróleo no mar.


Segundo cientistas americanos, em um relatório oficial divulgado pelo governo, cerca de 25% do petróleo derramado foram removidos por meio de queimas controladas, outros 25% se evaporaram naturalmente e 24% se dispersaram de forma natural ou química. Por esses cálculos, cerca de 1 milhão de barris ainda estariam poluindo a área - para efeito de comparação, o vazamento do petroleiro Exxon Valdez, em 1989, no Alasca, foi de 257 mil barris.


Fonte: Valor Online
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