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Culpa assumida

BP é multada em US$ 373 milhões nos EUA

29/10/2007 | 00h00
A petrolífera britânica British Petroleum (BP) foi multada em US$ 373 milhões nos EUA após concordar em se declarar culpada em três processos, em que era acusada de responsabilidade na explosão de uma refinaria no Texas (2005), no vazamento de petróleo num campo do Alasca (2006) e de manipular o mercado de propano nos EUA entre 2003 e 2004.

"Esses acordos são a confissão de que, nesses casos, nossas operações não atenderam nossos padrões e as exigências da lei", disse o presidente do conselho da subsidiária americana da BP, Bob Malone. "Por isso, nos desculpamos."

Do valor total das multas, US$ 303 milhões são relativos a penalidades civis e criminais pelo envolvimento da BP na manipulação do mercado de propano em 2004. Essa é, agora, a maior multa já aplicada a uma empresa pela Comissão de Comércio de Commodities e Futuros do país. Nesse acordo, a empresa também concordou que suas operações comerciais sejam monitoradas por um agente independente por um período de três anos.

Além disso, a companhia britânica pagará US$ 50 milhões no processo criminal na qual é responsabilizada pela explosão de sua refinaria em Texas City, na qual 15 pessoas morreram e mais de 170 ficaram feridas. Por fim, a empresa vai pagar US$ 20 milhões em multas criminais e restituições ao governo do Alasca para encerrar o processo sobre o vazamento de petróleo em um de seus oleodutos na Baía de Prudhoe, no ano passado.

O problema para a BP, porém, não está totalmente encerrado. Até o momento a BP já pagou cerca de US$ 1,6 bilhão em indenizações a vítimas da explosão em Texas City. Apesar de já ter firmado acordo em mais de 1.600 processos, ainda há outros correndo na Justiça e que poderão elevar ainda mais essa soma.

"Nos meses e anos desde que essas violações ocorreram, fizemos progresso verdadeiro nas áreas de performance em processos de segurança e de gerenciamento de riscos", disse Malone. "O acompanhamento de nossas operações comerciais também foi bastante melhorada. Ainda assim, há mais a ser feito e estamos comprometidos em fazer o necessário", completou.

Fonte: Valor Econômico
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