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Empresas

Bosch planeja nova fábrica da divisão Solar Energy na Malásia

28/07/2011 | 17h31
O Grupo Bosch deseja expandir seu setor de fotovoltaicos e planeja a instalação de uma nova fábrica na região de Batu Kawan, em Penang, Malásia. Com um investimento estimado em 520 milhões de euros, o projeto de construção é um dos maiores na história da empresa. “Com este investimento, a Bosch está avançando cada vez mais rumo à internacionalização definida para seu negócio de fotovoltaicos”, afirma Franz Fehrenbach, presidente  mundial do Grupo Bosch.

A nova fábrica atenderá principalmente o mercado de energia solar na Ásia, que está em forte crescimento. A previsão é de que, nos próximos anos, o mercado asiático deverá ter um crescimento médio anual de 30%. “Componentes produzidos nessa fábrica também atenderão demandas de fábricas da Bosch em outros países”, completa Fehrenbach.

A construção está prevista para começar antes do fim deste ano e deve ser concluída até o fim de 2012. “A instalação planejada cobrirá toda a cadeia de valor agregado, de cristais de silício - conhecidos como lingotes - e células solares aos módulos que poderão ser instalados em telhados ou em usinas de energia solar”, declara Holger von Hebel, presidente da divisão Solar Energy da Bosch.

O início da produção está planejado para o final de 2013. Cerca de 2000 colaboradores trabalharão no empreendimento em Penang, que terá capacidade total de 640 MW pico por ano. As linhas de produção de módulos atingirão uma capacidade anual de 150 MW pico. A unidade de Megawatt pico (MWp) é utilizada na indústria da energia solar para indicar a classificação de energia e, assim, a melhor produção possível de uma célula solar.
 
Na prática, a eficiência de corrente depende bastante do local onde a célula está em uso. Embora a produção anual de células da nova fábrica na Malásia cubra as necessidades energéticas de 165 mil residências na Europa central, o número de casas cobertas na Malásia será quase o dobro - até 300 mil domicílios.


Internacionalização em linha com desenvolvimentos em mercados globais

No segundo trimestre de 2011, a empresa decidiu construir outra fábrica para módulos em Vénissieux, França, com o objetivo de atender melhor os mercados francês e do sul da Europa. “Ao internacionalizar a divisão Solar Energy, pretendemos impulsionar ainda mais seu desenvolvimento”, afirma von Hebel. Neste ano, a empresa espera que suas vendas ultrapassem 1 bilhão de euros. A decisão de construir uma nova fábrica na Ásia reflete o desenvolvimento geral no mercado global de fotovoltaicos. Até 2020, a produção instalada total na região deverá atingir cerca de 130 Gigawatts pico. Isso seria suficiente para atender às necessidades energéticas de 200 milhões de pessoas na Europa. Atualmente, há 5 Gigawatts instalados.

Na Alemanha, atualmente, o principal mercado da divisão de Energia Solar da Bosch, a produção total recém-instalada deve permanecer constante, em cerca de 3,5 Gigawatts ao ano. “Isso presume que o contexto político é confiável, que as empresas e os clientes têm a segurança de planejamento necessária e que a situação de demanda se manterá estável”, constata von Hebel. Com um investimento de mais de 500 milhões de euros em sua fábrica em Arnstadt, na região da Thuringia - Alemanha, a Bosch mais do que triplicou sua capacidade de produção. Além disso, um novo centro de pesquisa e desenvolvimento deverá ser aberto no local em breve, bem como nova sede e centro de treinamento. Até 2012, mais de 1000 novos empregos serão criados nesta unidade.

No centro de competência em Arnstadt, será desenvolvida a próxima geração de produtos e processos de fabricação. “A fábrica de Arnstadt atenderá os mercados na Europa e a de Penang, o mercado do sudeste asiático, onde também vemos oportunidades excelentes de crescimento. Os dois grandes investimentos na divisão Solar Energy, na Alemanha e na Malásia, se complementam e ajudam a garantir o futuro de nosso negócio de fotovoltaicos”, declara Fehrenbach.
 

Malásia oferece boas condições

A área onde a Malásia está localizada é conhecida como o “cinturão do sol”, pois, o nível de radiação solar nos países localizados entre os paralelos 35 dos hemisférios norte e sul é o dobro do constatado na Alemanha. Portanto, o crescimento da indústria de energia solar deve ser particularmente forte nesta região. Além disso, a Malásia oferece mão de obra qualificada nos campos de eletrônica e semicondutores, além de uma boa infraestrutura local.
 
O confiável sistema de fornecimento de energia do país também é fator decisivo, especialmente por ser indispensável para os processos de produção desafiadores e delicados no setor de fotovoltaicos.


Fonte: Redação
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