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Internacional

Boom do petróleo de xisto pode ter vida breve

14/10/2013 | 09h59

 

O poço Serenity 1-3H, da Chesapeake Energy, perto de Oklahoma City, jorrou petróleo em 2009, produzindo mais de 1,2 mil barris por dia e dando início a uma corrida de perfuração de poços que se estendeu até o Kansas. Agora, fornece menos de 100 barris por dia. Seu rápido declínio lança luz sobre um segredo muito bem guardado sobre o boom do xisto: ele pode não durar.
Os poços de xisto começam a pleno vapor, mas declinam rapidamente. A Energy Information Administration, dos EUA, estima que cerca de 29% da produção de petróleo americana vem dessas "formações densas de petróleo". Nelas, a produção diminui em 60% a 70% no primeiro ano, diz Allen Gilmer, presidente da Drillinginfo, que acompanha o desempenho dos poços no país. Mas muitos discordam dessa perspectiva.

O poço Serenity 1-3H, da Chesapeake Energy, perto de Oklahoma City, jorrou petróleo em 2009, produzindo mais de 1,2 mil barris por dia e dando início a uma corrida de perfuração de poços que se estendeu até o Kansas. Agora, fornece menos de 100 barris por dia. Seu rápido declínio lança luz sobre um segredo muito bem guardado sobre o boom do xisto: ele pode não durar.


Os poços de xisto começam a pleno vapor, mas declinam rapidamente. A Energy Information Administration, dos EUA, estima que cerca de 29% da produção de petróleo americana vem dessas "formações densas de petróleo". Nelas, a produção diminui em 60% a 70% no primeiro ano, diz Allen Gilmer, presidente da Drillinginfo, que acompanha o desempenho dos poços no país. Mas muitos discordam dessa perspectiva.

 



Fonte: Valor Econômico
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