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Finanças

Bolsas exibem altas, mas preço do petróleo preocupa

27/09/2005 | 00h00

Nas principais bolsas internacionais, o dia de ontem foi de euforia irrestrita na Europa e de muitos altos e baixos nos Estados Unidos, mas ao fim dos pregões, todos os índices fecharam no azul.
Os pregões americanos exibiram variações para cima e para baixo. No começo do dia, os índices abriram em alta, graças à perda de força do Furacão Rita, que no fim de semana causou menos danos do que os esperados, aliviando o preço do petróleo. Depois, à tarde, houve uma reavaliação: apesar de não ter imposto tantos danos, o Rita provocou a paralisação da produção de óleo na costa americana do Golfo do México, já bastante afetada após a passagem do furacão anterior, o Katrina. Assim a cotação da commodity voltou a subir e as ações recuaram.
O petróleo fechou cotado em forte alta de 2,5%, a US$ 65,82 por barril. Com isso, as ações de companhias petrolíferas se valorizaram - os papéis da ExxonMobil, por exemplo, subiram 1,1%. O setor acabou salvando o pregão em Nova York, onde o índice Dow Jones avançou 0,23%, para 10.443 pontos. O Standard & Poor´s 500 quase não saiu do lugar: teve irrelevante oscilação positiva de 0,03%, a 1.215 pontos. O Nasdaq Composto, do setor de tecnologia, ganhou 0,22%, a 2.121 pontos.
Na Europa, as bolsas tiveram melhor sorte e exibiram fortes altas, porque fecharam antes de a cotação do petróleo começar a subir outra vez. Com o alívio do Furacão Rita e a preço do petróleo ainda em baixa, o índice que reúne as ações das 300 maiores companhias européias, o FTSEurofirst-300, atingiu o maior nível em 40 meses, avançando 1,2% no dia, a 1.221 pontos.
Com a estimativa de menos estragos a indenizar depois da passagem do Rita, as ações de seguradoras ficaram entre as maiores altas da sessão. Os papéis das companhias alemãs Allianz, Munich Re e da rival francesa Axa avançaram cerca de 3% cada.
Papéis do setor químico, muito sensíveis aos preços do petróleo, também se beneficiaram do fato de suas instalações no Texas terem escapado de prejuízos maiores. "A indústria química foi particularmente exposta ao Rita, a Basf tem grandes instalações em Port Arthur, e a Bayer e a Lanxesse em Baytown. Agora que o furacão passou existe um alívio considerável", avaliou Silke Stegemann, analista do Landesbank Rheinland-Pfalz.
Montadoras como a Peugeot e a DaimlerChrysler também ganharam, com investidores vendendo papéis da da Porsche, por causa da notícia de que a fabricnte de carros esportivos planeja comprar participação de 20% na Volkswagen. Em compensação, as ações da Porsche despencaram, caindo 10,39%, e as da Volkswagen perderam 0,60%.
Na Bolsa de Londres, o FTSE-100 subiu 0,73%, a 5.453 pontos. Em Frankfurt, o DAX disparou 2,37%, a 4.998 pontos. Em Paris, o CAC-40 avançou 2%, a 4.566 pontos.



Fonte: Valor Econômico_ag.
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