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Mercado

Bolívia não é o motivo dos reajustes

08/11/2006 | 00h00

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse na segunda-feira à noite que o gás natural será reajustado como forma de tornar o produto competitivo em relação a seu concorrente, o óleo combustível, mas que a medida nada tem a ver com os contratos que estão sendo negociados pela estatal com a Bolívia, fornecedora do gás e sobre o qual é aplicado um aumento trimestral.

Gabrielli explicou que a política de correção do preço do produto teve início em setembro de 2005. "Vai se fazer um processo de convergência (do gás) para os preços do óleo combustível, que é o óleo alternativo", afirmou Gabrielli a jornalistas após participar de solenidade na capital paulista. "Não pode ser feito de uma vez", ponderou.

Segundo o executivo, se o preço do óleo combustível é muito distante do valor do gás, existe um estímulo artificial ao uso do gás. "É preciso ter uma aproximação para ter equilíbrio." Mais cedo, a estatal divulgou nota em que justifica o reajuste em função do aumento da demanda pelo gás.

O presidente da Petrobras ainda que o preço do gás ficou congelado no mercado interno entre 2003, início do governo Lula, e setembro de 2005, quando se iniciou a correção. Gabrielli não indicou o nível de reajuste que será necessário agora e disse que o preço final caberá às distribuidoras.

O produto é utilizado em residências, veículos, indústrias e em termelétricas.

Segurança é prioridade - A segurança é a prioridade máxima para garantir a competitividade do setor de petróleo e gás no Mar do Norte, informou um executivo sênior da Royal Dutch Shell ontem em uma conferencia da área.

Tom Botts, vice-presidente executivo de Exploração e Produção para a Europa, disse que o setor de petróleo e gás da Grã-Bretanha precisa "se comprometer realmente a melhorar a segurança e integridade dos ativos." Botts falou em uma conferência da Offshore Operators Association (Ukooa) da Grã-Bretanha.

A Shell realiza uma atualização na engenharia offshore, avaliada em £1 bilhão, e recentemente levou a cabo uma análise sobre segurança em 45 de suas plataformas na Europa.

O setor precisa de "um nível de liderança extremamente alto" a respeito de segurança, em particular à medida que a maturação dos campos petrolíferos do Mar do Norte entra em declínio, disse Botts. A Grã-Bretanha também precisa desenvolver suas fontes existentes e "tirar o maior proveito possível dos ativos que possuímos", disse Botts, no contexto de um grande declínio na produção do Mar do Norte, que recuou 11% entre 2005 e 2006.
A estrutura de custos do setor de petróleo e gás da Grã-Bretanha também dá pouca importância à competitividade, explicou Botts. Os projetos na Grã-Bretanha foram bombardeados por normas, despesas trabalhistas e taxas mais altas.

Embora os lucros das empresas petrolíferas tenham permanecido altos, Botts disse que as despesas com a cadeia de fornecimento também aumentaram, e a incerteza sobre os preços futuros do petróleo afeta o investimento.

Fonte: Gazeta Mercantil



Fonte: Gazeta Mercantil
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