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Gás Natural

Bolívia: Falta de separação encarece gás

17/12/2009 | 09h29
A Petrobras ainda não possui, em nenhum ponto do gasoduto Brasil-Bolívia, uma unidade industrial capaz de separar do gás natural os componentes mais nobres, como propano, butano e gasolina natural. Mas, mesmo assim, a estatal assina amanhã com a boliviana YPFB um aditivo ao contrato de compra de gás pelo qual a empresa brasileira se compromete a pagar pelo menos US$ 1,2 bilhão a mais, até 2019, por essas "frações líquidas" do gás.


Uma importante fonte do governo disse que, para aproveitar esses componentes mais caros, a empresa teria de instalar, "em algum ponto do gasoduto", uma Unidade de Processamento de Gás Natural (PGN). Mas isso ainda não foi feito e nem há estudos nesse sentido. "Por enquanto não há planos, o que também não significa que isso está descartado", disse a fonte.


Ao assinar esse aditivo com a YPFB a Petrobras cumpre acordo firmado em 2007 entre os governos dos dois países. Na ocasião, a saída diplomática para aumentar o preço pago pelo gás sem alterar os termos do contrato foi o pagamento adicional pelos componentes mais nobres. "O gás da Bolívia, em si, só será reajustado em janeiro", disse a fonte.


Pelos termos do contrato, o preço pago pelo Brasil pelo gás boliviano é reajustado periodicamente com base na variação de uma cesta internacional de óleos. Pelos cálculos da autoridade fonte, o reajuste de janeiro deverá ser de aproximadamente 7%. Hoje, a Petrobras paga aproximadamente US$ 7 pelo milhão de BTU (unidade que mede o poder calorífico do combustível).


Fonte: Jornal do Commercio
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