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Internacional

Bolívia e Espanha iniciarão negociações sobre a Repsol YPF

05/05/2006 | 00h00

Os governos da Bolívia e da Espanha acordaram esta tarde (05/05) iniciar uma negociação sobre a situação da empresa hispano-argentina Repsol-YPF na nação andina depois da nacionalização ditada pelo presidente boliviano, Evo Morales. A declaração foi feita pelo secretário de Estado de Assuntos Exteriores da Espanha, Bernardino León, após reunir-se com o presidente boliviano no Palácio do Governo de La Paz.

Tal como já havia adiantado a vice-presidente do governo, Maria Teresa Fernández de la Vega, após o Conselho dos Ministro, León explicou que a intenção da Espanha é a de esgotar a via diplomática para alcançar um acordo com o país latino-americano, com o que, segundo reiterou, existe "muito boa sintonia". A Bolívia se compromete a oferecer garantias e segurança jurídica a um processo que será desenvolvido "no mais alto nível".

"Respeitamos a decisão que foi tomada" e que já havia sido anunciada na campanha eleitoral no final do ano passado, quando Morales erá ainda candidato do Movimiento Al Socialismo. "Hoje se inicia um diálogo e negociação que afetara aos dois governos e às empresas petrolerias de ambos os países". O secretário espanhol inciou que o processo de negociação emergente da nacionalização bolivivana "será desenvolvido sobre a base da confiança e da lealdade" estabelecidos nos relações bilaterais.

Seguno o representante espanhol na Bolívia, a decisão de ficar ou não corresponde às empresas, ainda que por parte do Executivo de José Luis Rodríguez Zapatero a esperança é de que a Repsol YPF "fique e siga trabalhando por e para a Bolívia". O processo de discussão estabelecido hoje com o mandatário boliviano coincidirá com o prazo de 180 dias que ficou o decreto presidencial de segunda-feira passada para que as petroleiras se adapten às novos regras do jogo.

Evo Morales e Bernardino León se reuniram durante umas três horas, encontro em que participaram também o vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera, e os ministros de Planejamento do Desenvolvimento, Carlos Villegas, de Hidrocarbonetos Andrés Soliz, e de exteriroes, David Choquehuanca.

Na comitiva espanhola participaram Maria Jesus Fica, diretora geral de Relações Econômicas Internacionais; Oscar Vía, diretor geral de Comercio e Investimentos; Jorge Blázquez, assessor econômico do presidente Rodríguez Zapatero; Ramón Guzmán, diretor geral de Finanças Internacionais, e Federico Torres, diretor do gabinete do Secretário de Estado.

En la comitiva española han participado María Jesús Figa, directora general de Relaciones Económicas Internacionales; Oscar Vía, director general de Comercio e Inversiones; Jorge Blázquez, asesor económico del presidente Rodríguez Zapatero; Ramón Guzmán, director general de Financiación Internacional, y Federico Torres, director del gabinete del Secretario de Estado.

Garantia de Abastecimento

Durante a reunião mantida na noite de ontem em Puerto Iguazú, os dirigentes da Bolívia, Argentina, Brasil e Venezuela firmaram acordo de negociar o preço do gás natural na região. Morales se comprometeu a garantir o suprimento e os países vizinhos a investir mais no desenvolvimento da Bolívia.

Como compradores do gás boliviano, os governos da Argentina e Brasil queriam que Morales explicasse o alcance das medidas nacionalizadoras e a repercussão nas exportações e no preços. Morales se comprometeu com seus colegas a garantir o suprimentos, enquanto Argentina, Venezuela e Brasil fomentaram investimentos conjuntos para o desenvolvimento da Bolívia. Em uma declaração conjunta lida pelo presidente argentino, Néstor Kirchner, os quatro dirigentes coincidram em "preservar e garantir o abastecimento de gás favorecendo o desenvolvimento equilibrados dos países produtores e consumidores".



Fonte: El País
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