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Empresas

Recomendação da Petrobras é rebaixada e preço-alvo reduzido

12/11/2012 | 10h33

 

O Bank of America Merrill Lynch (BofA) rebaixou a recomendação para as ações da Petrobras de compra para neutra e cortou o preço-alvo de R$ 29 por papel para R$ 22,50. No fechamento de sexta-feira, a ação preferencial da estatal valia R$ 20,78 e a ordinária, R$ 21,44.
Segundo o relatório da instituição, há preocupações crescentes de que o atraso dos ajustes de preço dos produtos da companhia possa limitar os ganhos da empresa e reduzir a flexibilidade financeira e operacional ao longo dos próximos 12 meses.
“Como resultado, acreditamos que uma posição mais cautelosa é apropriada”. Os analistas Frank McGann e Conrado Vegner ponderam que, apesar de verem um risco de queda dos papéis limitado, a possibilidade de valorização também é limitada até que esses aspectos se resolvam.
“Uma das principais preocupações é que, mesmo que um ajuste de preços seja concedido hoje, a Petrobras poderia ter limitada flexibilidade financeira após a recente deterioração do seu balanço”.
Outro ponto colocado no relatório é que as pressões financeiras causadas pelo atraso dos reajustes podem resultar em alguns ajustes nos investimentos da empresa e poderiam levar a uma redução dos dividendos.

O Bank of America Merrill Lynch (BofA) rebaixou a recomendação para as ações da Petrobras de compra para neutra e cortou o preço-alvo de R$ 29 por papel para R$ 22,50. No fechamento de sexta-feira, a ação preferencial da estatal valia R$ 20,78 e a ordinária, R$ 21,44.


Segundo o relatório da instituição, há preocupações crescentes de que o atraso dos ajustes de preço dos produtos da companhia possa limitar os ganhos da empresa e reduzir a flexibilidade financeira e operacional ao longo dos próximos 12 meses.


“Como resultado, acreditamos que uma posição mais cautelosa é apropriada”. Os analistas Frank McGann e Conrado Vegner ponderam que, apesar de verem um risco de queda dos papéis limitado, a possibilidade de valorização também é limitada até que esses aspectos se resolvam.


“Uma das principais preocupações é que, mesmo que um ajuste de preços seja concedido hoje, a Petrobras poderia ter limitada flexibilidade financeira após a recente deterioração do seu balanço”.


Outro ponto colocado no relatório é que as pressões financeiras causadas pelo atraso dos reajustes podem resultar em alguns ajustes nos investimentos da empresa e poderiam levar a uma redução dos dividendos.



Fonte: Valor Online
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