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Evento

Boeing reforça proposta de cooperação com o Brasil para biocombustíveis

13/09/2013 | 17h39

 

Um consórcio com a Boeing para o desenvolvimento de modelos de negócios e tecnologias em biocombustíveis para aviação foi uma das possíveis parcerias entre entidades brasileiras e norte-americanas identificadas durante a 3ª Conferência de Inovação Brasil-Estados Unidos, realizada nos dias 11 e 12 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). O evento contou com a participação do vice-presidente do centro de Pesquisa e Tecnologia da Boeing no Brasil, Al Bryant, e de dezenas de outros executivos de empresas, universidades e poder público dos dois países.
Desde 2011 a Boeing, a Embraer e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) têm um acordo de colaboração em pesquisa e desenvolvimento de biocombustíveis para aviação e, em março de 2012, a Boeing, a Airbus e a Embraer assinaram um memorando de entendimento para trabalhar em conjunto nesse sentido. A parceria visa estimular uma indústria de produção e distribuição de combustível de aviação bioderivado, sustentável e economicamente viável.
Outros potenciais projetos bilaterais mapeados ou fortalecidos durante o evento foram anunciados pelo presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges Lemos, na sessão de encerramento. Na área de saúde, a equipe da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vislumbrou a construção de uma agenda bilateral de inovação, incluindo questões de marco regulatório e a especificação de produtos inovadores nas farmacopeias dos dois países. Outra possibilidade é a expansão da cooperação entre a Anvisa e o FDA, agência ligada ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.
Ainda nesse setor, o Grupo Farmabrasil - que reúne as dez maiores empresas farmacêuticas nacionais - sugeriu uma parceria bilateral para conhecimentos em biotecnologia, além de governança e mecanismos de apoio à utilização de produtos binacionais de inovação. Outra proposta em saúde, feita pela ABDI, Anvisa e Inmetro, trata da interação em áreas de fronteira e em bioengenharia de tecidos, para a substituição de animais em laboratórios de testes pré-clínicos.
Na área de educação, a Universidade de Nebraska sugeriu a criação de uma plataforma online para o ensino de inglês, de modo a contribuir para a superação da barreira idiomática, ainda considerada um obstáculo na cooperação entre os dois países. A Capes propôs, também, uma plataforma para conectar pesquisas brasileiras e norte-americanas através do programa Ciência Sem Fronteiras.
BNDES formaliza participação nos esforços de cooperação
A 3ª Conferência de Inovação Brasil-Estados Unidos foi promovida pela ABDI, o Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Council on Competitiviness (CoC), entidade dedicada a fortalecer a competitividade dos Estados Unidos. No dia 11 de setembro, durante a abertura oficial do evento, o BNDES assinou um acordo com a ABDI, MBC e CoC (parceiros nas três edições do evento) formalizando sua participação nos esforços de cooperação Brasil-Estados Unidos.
“A aproximação que estamos promovendo é um jogo de ‘ganha ganha’, interessante para todos. Trata-se da união dos dois maiores países do continente americano em prol do desenvolvimento de conhecimento, em torno de desafios globais”, declarou o presidente da ABDI. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, lembrou que nos últimos anos o Brasil não só estabilizou a economia e a inflação, mas também promoveu avanços substanciais na construção de instituições em áreas estratégicas, que protegem a economia de grandes choques.
“Nossas instituições se aprimoraram em transparência, práticas públicas e respeito ao setor privado e seus contratos. Hoje, temos a dinamicidade do setor público mobilizando a iniciativa privada. Exemplo disso é que em breve começaremos uma grande onda de concessões para o setor privado na área de logística”, declarou o presidente do BNDES. Coutinho falou ainda sobre o programa Inova Empresa, lançado este ano pelo governo federal. “É um ótimo momento para fortalecermos a cooperação Brasil-Estados Unidos, porque temos a ambição de mobilizar grandes projetos de inovação por meio do Inova Empresa. E as companhias norte-americanas podem e devem liderar alguns desses projetos”, assinalou.
A presidente do CoC, Deborah Wince-Smith, acredita no desenvolvimento de uma plataforma de inovação bilateral, liderada pelo setor privado. “Podemos criar um laboratório de projetos–piloto. Pelo lado americano, já temos um forte grupo de líderes da iniciativa privada e da academia comprometidos em participar dessa parceria tecnológica. Em nosso próximo encontro, já teremos um plano de ação, em um novo patamar de parceria”.
O representante do Departamento de Estado Americano no evento, José Fernandez, destacou a agricultura e a segurança alimentar como campos promissores da cooperação, além dos biocombustíveis. Reforçou, ainda, a importância do financiamento doméstico para o desenvolvimento e a transparência no processo de parcerias. “Podemos planejar um tratado de investimento bilateral. O cenário é favorável para isso, pois já temos mais de 80 mil norte-americanos empregados em empresas brasileiras instaladas nos Estados Unidos, além de milhares de alunos brasileiros no nosso país e profissionais norte-americanos vindo ao Brasil”, acrescentou.
O representante da empresa de softwares Totvs, Gilberto Girardi, finalizou sua participação na conferência com um exemplo simbólico do que o encontro e seus debates proporcionaram. “Nesses dois dias de evento, só na área de gestão agrícola e hídrica, observei a possibilidade de combinarmos conhecimentos e técnicas desenvolvidos pela Universidade de Nebraska com os conhecimentos de solo trazidos pela Embrapa, com equipamentos fabricados pela empresa Deere & Company, suportados por softwares desenvolvidos em conjunto pela IBM e a Totvs. Esse tipo de ação conjunta é o caminho para a melhoria de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade”.

Um consórcio com a Boeing para o desenvolvimento de modelos de negócios e tecnologias em biocombustíveis para aviação foi uma das possíveis parcerias entre entidades brasileiras e norte-americanas identificadas durante a 3ª Conferência de Inovação Brasil-Estados Unidos, realizada nos dias 11 e 12 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). O evento contou com a participação do vice-presidente do centro de Pesquisa e Tecnologia da Boeing no Brasil, Al Bryant, e de dezenas de outros executivos de empresas, universidades e poder público dos dois países.


Desde 2011 a Boeing, a Embraer e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) têm um acordo de colaboração em pesquisa e desenvolvimento de biocombustíveis para aviação e, em março de 2012, a Boeing, a Airbus e a Embraer assinaram um memorando de entendimento para trabalhar em conjunto nesse sentido. A parceria visa estimular uma indústria de produção e distribuição de combustível de aviação bioderivado, sustentável e economicamente viável.


Outros potenciais projetos bilaterais mapeados ou fortalecidos durante o evento foram anunciados pelo presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges Lemos, na sessão de encerramento. Na área de saúde, a equipe da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vislumbrou a construção de uma agenda bilateral de inovação, incluindo questões de marco regulatório e a especificação de produtos inovadores nas farmacopeias dos dois países. Outra possibilidade é a expansão da cooperação entre a Anvisa e o FDA, agência ligada ao Departamento de Saúde dos Estados Unidos.


Ainda nesse setor, o Grupo Farmabrasil - que reúne as dez maiores empresas farmacêuticas nacionais - sugeriu uma parceria bilateral para conhecimentos em biotecnologia, além de governança e mecanismos de apoio à utilização de produtos binacionais de inovação. Outra proposta em saúde, feita pela ABDI, Anvisa e Inmetro, trata da interação em áreas de fronteira e em bioengenharia de tecidos, para a substituição de animais em laboratórios de testes pré-clínicos.


Na área de educação, a Universidade de Nebraska sugeriu a criação de uma plataforma online para o ensino de inglês, de modo a contribuir para a superação da barreira idiomática, ainda considerada um obstáculo na cooperação entre os dois países. A Capes propôs, também, uma plataforma para conectar pesquisas brasileiras e norte-americanas através do programa Ciência Sem Fronteiras.



BNDES formaliza participação nos esforços de cooperação


A 3ª Conferência de Inovação Brasil-Estados Unidos foi promovida pela ABDI, o Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Council on Competitiviness (CoC), entidade dedicada a fortalecer a competitividade dos Estados Unidos. No dia 11 de setembro, durante a abertura oficial do evento, o BNDES assinou um acordo com a ABDI, MBC e CoC (parceiros nas três edições do evento) formalizando sua participação nos esforços de cooperação Brasil-Estados Unidos.


“A aproximação que estamos promovendo é um jogo de ‘ganha ganha’, interessante para todos. Trata-se da união dos dois maiores países do continente americano em prol do desenvolvimento de conhecimento, em torno de desafios globais”, declarou o presidente da ABDI. O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, lembrou que nos últimos anos o Brasil não só estabilizou a economia e a inflação, mas também promoveu avanços substanciais na construção de instituições em áreas estratégicas, que protegem a economia de grandes choques.


“Nossas instituições se aprimoraram em transparência, práticas públicas e respeito ao setor privado e seus contratos. Hoje, temos a dinamicidade do setor público mobilizando a iniciativa privada. Exemplo disso é que em breve começaremos uma grande onda de concessões para o setor privado na área de logística”, declarou o presidente do BNDES. Coutinho falou ainda sobre o programa Inova Empresa, lançado este ano pelo governo federal. “É um ótimo momento para fortalecermos a cooperação Brasil-Estados Unidos, porque temos a ambição de mobilizar grandes projetos de inovação por meio do Inova Empresa. E as companhias norte-americanas podem e devem liderar alguns desses projetos”, assinalou.


A presidente do CoC, Deborah Wince-Smith, acredita no desenvolvimento de uma plataforma de inovação bilateral, liderada pelo setor privado. “Podemos criar um laboratório de projetos–piloto. Pelo lado americano, já temos um forte grupo de líderes da iniciativa privada e da academia comprometidos em participar dessa parceria tecnológica. Em nosso próximo encontro, já teremos um plano de ação, em um novo patamar de parceria”.


O representante do Departamento de Estado Americano no evento, José Fernandez, destacou a agricultura e a segurança alimentar como campos promissores da cooperação, além dos biocombustíveis. Reforçou, ainda, a importância do financiamento doméstico para o desenvolvimento e a transparência no processo de parcerias. “Podemos planejar um tratado de investimento bilateral. O cenário é favorável para isso, pois já temos mais de 80 mil norte-americanos empregados em empresas brasileiras instaladas nos Estados Unidos, além de milhares de alunos brasileiros no nosso país e profissionais norte-americanos vindo ao Brasil”, acrescentou.


O representante da empresa de softwares Totvs, Gilberto Girardi, finalizou sua participação na conferência com um exemplo simbólico do que o encontro e seus debates proporcionaram. “Nesses dois dias de evento, só na área de gestão agrícola e hídrica, observei a possibilidade de combinarmos conhecimentos e técnicas desenvolvidos pela Universidade de Nebraska com os conhecimentos de solo trazidos pela Embrapa, com equipamentos fabricados pela empresa Deere & Company, suportados por softwares desenvolvidos em conjunto pela IBM e a Totvs. Esse tipo de ação conjunta é o caminho para a melhoria de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade”.



Fonte: Ascom ABDI
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