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Rio Oil & Gas 2012

BNDES prevê desembolsos de R$10 bi para petróleo e gás em 2013

19/09/2012 | 15h46

 

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverão totalizar R$ 10 bilhões para empresas de petróleo e gás em 2013, disse um representante do banco de fomento nesta quarta-feira (19).
Os empréstimos do BNDES para o setor cresceram expressivamente neste ano e deverão continuar aumentando, afirmou o o superintendente de Petróleo e Gás do banco, Rodrigo Bacellar, a jornalistas durante evento que reúne representantes do setor, no Rio.
O banco já havia estimado desembolsar R$ 8 bilhões para o setor de petróleo e gás em 2012.
Em 2011, o total de financiamento foi de 3,5 bilhões de reais.
O executivo disse que não espera que os desembolsos recuem ou fiquem estagnados nos próximos anos por causa da interrupção, desde 2008, nas rodadas de licitações de áreas de petróleo.
"Houve paralisação das licitações mas o sucesso exploratório, com muitas descobertas, compensou essa interrupção. Temos encomendas para uma década".
Bacellar afirmou que a aprovação de Dilma para a 11ª rodada de leilões, no ano que vem , não influenciará a carteira de financiamentos do BNDES pelos próximos anos, já que a necessidade de equipamentos, após uma licitação de petróleo, costuma demorar pelo menos cinco anos para surgir após a assinatura do contrato.
Construção naval
O segmento de construção naval receberá R$ 2,2 bilhões em financiamento do BNDES em 2012, informou Rodrigo Bacellar. Este valor faz parte do total de R$ 8 bilhões previsto para todo o setor de óleo e gás no ano.
Bacellar afirma que a tendência é que os estaleiros que estão em ampliação e construção no País passem pelo período de maturação até que estejam prontos para receber as demandas das próximas rodadas de licitações.
Por enquanto, a capacidade da indústria naval é suficiente para atender o mercado, afirmou o executivo. O anúncio de realização de nova rodada de licitações em 2013 não deverá ter impacto no BNDES, acredita. A expectativa é que um aumento de pedidos decorrente das novas concessões apenas ocorra no longo prazo.

Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deverão totalizar R$ 10 bilhões para empresas de petróleo e gás em 2013, disse um representante do banco de fomento nesta quarta-feira (19).


Os empréstimos do BNDES para o setor cresceram expressivamente neste ano e deverão continuar aumentando, afirmou o o superintendente de Petróleo e Gás do banco, Rodrigo Bacellar, a jornalistas durante evento que reúne representantes do setor, no Rio.


O banco já havia estimado desembolsar R$ 8 bilhões para o setor de petróleo e gás em 2012.


Em 2011, o total de financiamento foi de 3,5 bilhões de reais.


O executivo disse que não espera que os desembolsos recuem ou fiquem estagnados nos próximos anos por causa da interrupção, desde 2008, nas rodadas de licitações de áreas de petróleo.


"Houve paralisação das licitações mas o sucesso exploratório, com muitas descobertas, compensou essa interrupção. Temos encomendas para uma década".


Bacellar afirmou que a aprovação de Dilma para a 11ª rodada de leilões, no ano que vem , não influenciará a carteira de financiamentos do BNDES pelos próximos anos, já que a necessidade de equipamentos, após uma licitação de petróleo, costuma demorar pelo menos cinco anos para surgir após a assinatura do contrato.



Construção naval


O segmento de construção naval receberá R$ 2,2 bilhões em financiamento do BNDES em 2012, informou Rodrigo Bacellar. Este valor faz parte do total de R$ 8 bilhões previsto para todo o setor de óleo e gás no ano.


Bacellar afirma que a tendência é que os estaleiros que estão em ampliação e construção no País passem pelo período de maturação até que estejam prontos para receber as demandas das próximas rodadas de licitações.


Por enquanto, a capacidade da indústria naval é suficiente para atender o mercado, afirmou o executivo. O anúncio de realização de nova rodada de licitações em 2013 não deverá ter impacto no BNDES, acredita. A expectativa é que um aumento de pedidos decorrente das novas concessões apenas ocorra no longo prazo.

 



Fonte: Agência Estado
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