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Exploração & Produção

BNDES e Petrobras devem discutir financiamento para o Campo de Tupi

14/11/2007 | 00h00
A reunião deverá tratar da possibilidade de financiamento para a exploração do Campo de Tupi, na Bacia de Santos (SP). "Agora, nós teremos o desafio de examinar quais serão os requisitos adicionais necessários à exploração desse novo potencial", indicou Coutinho, após almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro. Ele também elogiou a decisão do Conselho Nacional de Política Energética de retirar, do próximo leilão de áreas de exploração de petróleo e gás, os blocos vizinhos à nova descoberta. O leilão está programado para o fim deste mês.









Coutinho destacou ainda o financiamento, na área de exploração, de toda a parte de engenharia do campo de Marlim, na Bacia de Campos (RJ), ao reconhecer que a atividade exploratória no campo de Tupi será cara: “Mas com o barril de petróleo a US$ 100, começa a ser viabilizada a exploração em águas ultraprofundas. E a Petrobras é uma das poucas empresas no mundo com capacidade e competência para extrair petróleo nessa profundidade”.









Concentrado entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, o Campo de Tupi poderá apresentar um potencial capaz de quadruplicar o tamanho das reservas brasileiras, hoje em 14 bilhões de barris de petróleo, estimou o presidente do BNDES, para quem o potencial de toda a província petrolífera pode alcançar até 70 bilhões de barris.









“É uma riqueza de grande expressão e que não pode ser pensada da forma como as nossas reservas de petróleo vinham sendo pensadas até agora. Porque ela é tão grande e é patrimônio da nação brasileira, deve ser pensada como fazem os países petroleiros, como uma riqueza que tem uma expressão intertemporal, intergerações – e uma riqueza que tem um potencial de perdurar por várias gerações requer um tratamento especial”, disse.






Fonte: Agência Brasil
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