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Economia

BNDES continuará liberando crédito robusto, diz Mantega

30/08/2012 | 14h17

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai continuar liberando grandes volumes de crédito, conforme anunciado na quarta-feira (29) pelo governo na renovação e ampliação de medidas de estímulo à economia.
O ministro disse que parte da inadimplência no país é causada pela restrição de crédito imposta pelos bancos, mas ponderou que ela está caindo.
"A queda da Selic para patamares quase civilizados vai estimular o mercado de dívida privada", afirmou, citando que, nos últimos anos, esse mercado ficou "atrofiado". "No Brasil, os títulos privados corporativos representam apenas 0,4% do IB".
O ministro disse ainda que a nova política cambial também é importante nesse processo. "O câmbio estava valorizado e praticamos uma política de desvalorização para tornar o real mais competitivo", afirmou. "Já são quatro meses com dólar acima de R$ 2, uma situação que vai se consolidando".
Mantega disse que os concorrentes do país têm manipulado o câmbio para baratear seus produtos em até 40%. "Não por produtividade ou competência, mas situação cambial", afirmou. "Continuaremos trabalhando na direção de termos um real desvalorizado para dar competitividade às nossas empresas." Ele disse, ainda, que o déficit nominal do Brasil continuará caindo com a ajuda da taxa de juros, enquanto em outros países a situação é de piora.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai continuar liberando grandes volumes de crédito, conforme anunciado na quarta-feira (29) pelo governo na renovação e ampliação de medidas de estímulo à economia.


O ministro disse que parte da inadimplência no país é causada pela restrição de crédito imposta pelos bancos, mas ponderou que ela está caindo.


"A queda da Selic para patamares quase civilizados vai estimular o mercado de dívida privada", afirmou, citando que, nos últimos anos, esse mercado ficou "atrofiado". "No Brasil, os títulos privados corporativos representam apenas 0,4% do IB".


O ministro disse ainda que a nova política cambial também é importante nesse processo. "O câmbio estava valorizado e praticamos uma política de desvalorização para tornar o real mais competitivo", afirmou. "Já são quatro meses com dólar acima de R$ 2, uma situação que vai se consolidando".


Mantega disse que os concorrentes do país têm manipulado o câmbio para baratear seus produtos em até 40%. "Não por produtividade ou competência, mas situação cambial", afirmou. "Continuaremos trabalhando na direção de termos um real desvalorizado para dar competitividade às nossas empresas." Ele disse, ainda, que o déficit nominal do Brasil continuará caindo com a ajuda da taxa de juros, enquanto em outros países a situação é de piora.

 



Fonte: Agência Estado
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