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Energia elétrica

BNDES aprova R$ 39,2 milhões para co-geração de energia em São Paulo

21/12/2004 | 00h00

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, nesta segunda-feira (20/12), financiamento, no valor de R$ 39,2 milhões, para a Usina Cerradinho Açúcar e Álcool S.A ampliar a capacidade de co-geração de energia elétrica a bagaço de cana, dos atuais 25 para 75 megawatts brutos, equivalente a 67 MW líquidos, na unidade de Catanduva (SP). 
O projeto terá efeito indireto na capacidade produtiva da usina e proporcionará melhor  equilíbrio do balanço térmico. O financiamento será realizado no âmbito do Programa de Apoio Financeiro a Investimentos em Fontes Alternativas de Energia (Proinfa).
Do acréscimo líquido de 46 MW de energia, serão comercializados 18 MW com a Eletrobrás (Proinfa) e 7 MW com a Eletropaulo. Os 18 MW restantes poderão ser vendidos no mercado à vista (CCEE) ou mesmo diretamente a cliente livre interessado. Cerca de 3 MW serão absorvidos pela usina.
Para a expansão da produção energética foi feita a opção por turbina de condensação, que
possibilita a geração de energia elétrica de forma ininterrupta.
Segundo nota do BNDES, o projeto proporcionará à Usina Cerradinho ganho de eficiência no aproveitamento energético do bagaço de cana para geração de calor e energia elétrica. O custo de investimento por quilowatt é 40% abaixo da média em função da pré-existência de infra-estrutura para a co-geração e acrescenta fonte de receita estável, suavizando a volatilidade do açúcar e do álcool.
A implantação do projeto trará também acréscimo à oferta nacional de energia distribuída de fonte renovável e complementaridade sazonal em relação aos recursos hídricos, pois gerará energia no período de seca no Sudeste (maio a outubro).
Outro destaque da operação é a redução da emissão de gases por megawatt hora, se comparado à geração termoelétrica de energia, por exemplo. A redução cria potencial para recebimento de créditos de carbono, certificados de investimentos bio-responsáveis que países considerados não-poluidores, como o Brasil, podem negociar com países que devem reduzir a emissão de gases poluentes, de acordo com o Protocolo de Quioto.



Fonte: Redação
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