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Gás Natural

BNDES aprova financiamento de R$ 2,49 bilhões para o gasoduto Coari-Manaus

13/12/2007 | 00h00
O BNDES aprovou financiamento de R$ 2,49 bilhões à Transportadora Urucu Manaus S/A (TUM) para a implantação, no Estado do Amazonas,do gasoduto de transporte de gás natural Coari-Manaus, com cerca de 383 quilômetros de extensão. O projeto prevê ainda a construção de nove ramais de distribuição de gás natural para atender a sete municípios amazonenses localizados ao longo do traçado do gasoduto tronco.



Haverá ainda a instalação de um duto para transporte de gás liquefeito de petróleo (GLP), de 279 quilômetros de extensão,ligando o Pólo Arara, em Urucu, ao Terminal de Solimões (Tesol), em Coari.O empreendimento, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, deverá gerar cerca de 36 mil novos empregos durante a fase de implantação, sendo nove mil empregos diretos.



O gasoduto Coari-Manaus terá capacidade para transportar 5,5 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Essa capacidade de transporte,no entanto, poderá ser ampliada em fases subseqüentes, de acordo com o desenvolvimento do mercado, para até 10 milhões de metros cúbicos/dia,mediante a instalação de mais estações de compressão ao longo de seu traçado.



A construção do Gasoduto Coari-Manaus permitirá que o gás natural produzido em Urucu, hoje reinjetado e queimado, chegue até a capital do Amazonas e a outros sete municípios (Coari, Codajás, Anori, Anamã,Caapiranga, Manacapuru e Iranduba) para geração termelétrica e demais

usos, em substituição aos derivados de petróleo, principalmente o óleo combustível e o óleo diesel.



Entre os méritos do projeto, que implicará forte inserção do gás natural na matriz energética regional, destacam-se: ganhos econômicos pelo aproveitamento comercial do gás natural produzido em Urucu; ganhos ambientais pela substituição do consumo de óleo diesel e combustível por

gás natural, com menor concentração de óxidos de nitrogênio e de enxofre;e economia de divisas, ao possibilitar substituição de volume significativo de óleo diesel, em grande parte importado, por gás naturalde origem nacional.



A Transportadora Urucu Manaus S/A é uma sociedade de propósito específico (SPE) criada para desenvolver o gasoduto, visando permitir o aproveitamento econômico das reservas de gás natural da Petrobras, na Bacia do Solimões.





Meio Ambiente



A Petrobras firmou parceria com o governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), no valor de R$ 42,4 milhões, para a implantação de programas de promoção do desenvolvimento sustentável nas comunidades da área de influência do projeto. Entre esses programas, destacam-se os voltados às cadeias produtivas de castanha, mel, farinha de mandioca e madeira (planos de manejo florestal).



O projeto do Gasoduto Coari-Manaus conta com licença de instalação concedida pelo Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (IPAAM). O processo de licenciamento ambiental do Gasoduto Coari-Manaus envolveu amplo diálogo com os órgãos governamentais do Amazonas,

movimentos sociais, organizações ambientalistas, entidades de classe, empresas públicas e privadas, profissionais, pesquisadores e lideranças políticas da área de influência do gasoduto. Para a realização do EIA-RIMA, a Petrobras contratou a Universidade Federal do Amazonas

(UFAM), que formou uma equipe composta por 57 pesquisadores.





Mercado



A Unidade de Exploração e Produção da Bacia do Solimões, localizada na Província Petrolífera de Urucu, a 650 quilômetros a sudoeste de Manaus, é responsável pela produção média de 60 mil metros cúbicos/dia de petróleo, além de 9,5 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural associado. Esse volume faz do Amazonas o segundo maior produtor nacionalde óleo equivalente e, do município de Coari, o maior produtorbrasileiro.



O petróleo de Urucu é de alta qualidade, sendo o mais leve dentre os óleos processados nas refinarias do país. Em Urucu, encontra-se a maior Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Brasil que, em conjunto com outras duas unidades existentes na região, têm capacidade diária de processamento de 1,5 mil toneladas de GLP e 9,6 milhões de metros cúbicos de gás natural.









Fonte: Petrobras
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