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Parceria

Bloco BM-S-8, Bacia de Santos: completada transações entre Equinor, ExxonMobil e Galp

06/06/2018 | 14h03

A Equinor, antiga Statoil, e seus parceiros no bloco Norte de Carcará – Exxonmobil e Galp – concluíram suas transações no bloco adjacente BM-S-8, em sequência ao anunciado em outubro e dezembro de 2017.

Por meio dessas transações, a Equinor vendeu 36,5% de participação no BM-S-8 para a ExxonMobil e 3% para a Galp. Com a venda, a Equinor recebeu pagamentos totalizando cerca de USD 955 milhões, com pagamentos adicionais de cerca de USD 595 milhões contingente a futuros marcos.

Como resultado, a Equinor tem uma participação no bloco BM-S-8 de 36,5% e mantém-se como operadora, a ExxonMobil tem participação de 36,5% e a Galp de 17%. O outro parceiro no bloco, Barra Energia, permanece com 10% de participação.

“Carcará é um ativo de primeira linha que fortaleceu nossa posição no Brasil, uma das áreas-chave para a Equinor devido a sua vasta base de recursos e encaixe perfeito com nossa tecnologia e capacidade”, afirma Anders Opedal, presidente da Equinor no Brasil. “Nosso foco agora é dar mais clareza no potencial de recursos de toda a área de Carcará e amadurecer o desenvolvimento do campo, com a ambição de entregar o primeiro óleo do campo unitizado entre 2023 e 2024”, completa.

A Equinor estima que a estrutura inteira (bloco BM-S-8 e Norte de Carcará) contenha mais de 2 bilhões de barris equivalentes de óleo recuperáveis com previsão de emissões de carbono abaixo da meta corporativa para 2030 (teto de 8kg CO2 por barril de óleo equivalente). Além disso, há um potencial exploratório, incluindo o prospecto Guanxuma no bloco BM-S-8, cujas atividades de perfuração começaram no final de abril.

Depois da aquisição da área de Norte de Carcará na 2ª Rodada de Partilha em outubro passado, a Equinor se tornou a operadora de toda a estrutura. Essas transações, que foram concluídas ontem (5 de junho), permitiram o alinhamento de participações nas duas licenças, pavimentando o caminho para um processo de unitização num prazo adequado.

Presente no Brasil desde 2001, a Equinor tem uma sólida posição no país, o qual foi definido pela empresa como área prioritária para crescimento no longo prazo. Por conta disso, a Equinor estabeleceu o Brasil como uma área de negócios separada, com Margareth Øvrum se tornando vice-presidente executiva da nova área em outubro de 2018.

A Equinor tem um portfolio diversificado no Brasil, com atividades em todas as fases de desenvolvimento, de exploração a produção, incluindo o bloco BM-C-33 (descoberta de Pão de Açúcar, em fase de avaliação), Peregrino Fase 2 (fase de construção) e a planta solar de Apodi (fase de construção). A companhia produz no País desde 2011 com o campo de Peregrino, na bacia de Campos. A Equinor é a segunda maior operadora no Brasil com 2,5% da produção doméstica de petróleo.



Fonte: Redação/Assessoria
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