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Energias renováveis

Bird elevará verba para projeto "limpo"

04/06/2004 | 00h00

O Banco Mundial (Bird) anunciou, nesta quinta-feira (03/06), que vai aumentar de 5% para 20% a participação dos empréstimos para projetos de geração alternativa dentro do seu fundo de energia. Isso ocorrerá nos próximos cinco anos, alcançando um total de 500 milhões de euros por ano. A um dia do fim, a Conferência Internacional para as Energias Renováveis foi marcada por este e outros anúncios de compromissos políticos e de financiamento. O governo alemão e a União Européia (UE) também divulgaram novas metas para a implementação de renováveis.
Em discurso na plenária ministerial, a comissária de Meio Ambiente da UE, Margot Wallström, disse que o bloco passará a adotar como objetivo uma meta de 20% de fontes alternativas em 2020, e não mais um percentual de 12%, nos próximos cinco anos.
O anúncio mais comemorado pelo organizadores do fórum foi o do Bird. O diretor-executivo do banco, Peter Woicke, disse que além do aumento para 20% de sua carteira de empréstimos, a organização elevará o número de funcionários envolvidos com a questão e adotará princípios da convenção de Bonn em seu estatuto.
Isso, contudo, não foi suficiente para aplacar as críticas das principais ONGs mundiais, como Amigos da Terra, Greenpeace e WWF, que querem que o Bird pare de financiar projetos de geração com combustíveis fósseis. "O anúncio foi um mero sopro", sustenta o comunicado das organizações.
Já o chanceler alemão, Gerhard Schröder, informou que 500 bilhões de euros serão disponibilizados, a partir de 2005, para instituições financeiras com o fim de aumentar os investimentos em renováveis.
Desde 2002, os alemães já aplicaram 1 bilhão de euros em programas nos países em desenvolvimento. Mais 500 bilhões serão emprestados no ano de 2010. "Acredito que, no futuro, as economias serão consideradas saudáveis por seu potencial de implementar fontes de energia renovável", disse.



Fonte: Valor Econômico
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