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Pesquisa e Desenvolvimento

BG, Senai e PGS investem em tecnologia de aquisição sísmica

24/06/2014 | 14h12

 

A BG Brasil, o Senai CIMATEC (Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia) da Bahia e a norueguesa Petroleum Geo-Services assinaram um acordo de cooperação tecnológica para, juntos, desenvolverem um projeto que visa otimizar a aquisição de dados sísmicos e o conhecimento da subsuperfície, o que poderá aumentar a recuperação de óleo em reservatórios. Os parceiros irão desenvolver o SURDO, um equipamento capaz de gerar ondas acústicas no ambiente marinho de maneira inovadora. O nome do projeto faz menção ao instrumento de percussão, o tambor, que gera um som bastante grave.
A tecnologia vai gerar dados complementares para a metodologia de Inversão de Onda Completa (Full Waveform Inversion, denominação em inglês), que está sendo aprimorada com o uso de um supercomputador – outro projeto em desenvolvimento pela BG Brasil e o Senai CIMATEC, junto a um grupo diferente de parceiros.
“O SURDO poderá revolucionar a aquisição e processamento de dados sísmicos, o que resultaria em uma melhoria significativa no imageamento da subsuperfície. Desta forma, esperamos observar uma redução dos riscos exploratórios, e uma melhor caracterização de reservatórios em produção”, afirma o CEO da BG América do Sul, Nelson Silva. O executivo explica que a tecnologia poderá aumentar o sucesso na descoberta de reservas e reduzir custos de desenvolvimento ao longo da vida de produção de um campo.
O projeto será desenvolvido em Salvador (BA), nas instalações do Senai CIMATEC, a um custo total de R$ 26 milhões - incluindo o financiamento adicional do projeto piloto da Empresa Brasileira para Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A BG Brasil contribuirá com R$ 8 milhões.
O desenvolvimento do projeto se dará em três etapas: a primeira será o desenho e construção de um protótipo do equipamento em escala reduzida, para teste do conceito; a segunda, desenvolvimento do protótipo em escala real e testes preliminares; e a terceira, a realização de testes de campo no Brasil, que acontecerá caso as duas primeiras etapas sejam bem sucedidas. A expectativa é de que, no futuro, o equipamento possa ser manufaturado e comercializado no país.
“Os desafios técnicos e operacionais do projeto SURDO vão ao encontro da proposta de inovação colocada pela Embrapii, aproximando a academia da indústria. O Senai acredita neste modelo novo de financiamento em P&D e irá realizar os esforços necessários para o sucesso deste projeto junto com o BG Group e a PGS”, pondera o diretor Regional do Senai Bahia, Leone Peter Correia da Silva Andrade.

A BG Brasil, o Senai CIMATEC (Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia) da Bahia e a norueguesa Petroleum Geo-Services assinaram um acordo de cooperação tecnológica para, juntos, desenvolverem um projeto que visa otimizar a aquisição de dados sísmicos e o conhecimento da subsuperfície, o que poderá aumentar a recuperação de óleo em reservatórios. Os parceiros irão desenvolver o SURDO, um equipamento capaz de gerar ondas acústicas no ambiente marinho de maneira inovadora. O nome do projeto faz menção ao instrumento de percussão, o tambor, que gera um som bastante grave.

A tecnologia vai gerar dados complementares para a metodologia de Inversão de Onda Completa (Full Waveform Inversion, denominação em inglês), que está sendo aprimorada com o uso de um supercomputador – outro projeto em desenvolvimento pela BG Brasil e o Senai CIMATEC, junto a um grupo diferente de parceiros.

“O SURDO poderá revolucionar a aquisição e processamento de dados sísmicos, o que resultaria em uma melhoria significativa no imageamento da subsuperfície. Desta forma, esperamos observar uma redução dos riscos exploratórios, e uma melhor caracterização de reservatórios em produção”, afirma o CEO da BG América do Sul, Nelson Silva. O executivo explica que a tecnologia poderá aumentar o sucesso na descoberta de reservas e reduzir custos de desenvolvimento ao longo da vida de produção de um campo.

O projeto será desenvolvido em Salvador (BA), nas instalações do Senai CIMATEC, a um custo total de R$ 26 milhões - incluindo o financiamento adicional do projeto piloto da Empresa Brasileira para Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A BG Brasil contribuirá com R$ 8 milhões.

O desenvolvimento do projeto se dará em três etapas: a primeira será o desenho e construção de um protótipo do equipamento em escala reduzida, para teste do conceito; a segunda, desenvolvimento do protótipo em escala real e testes preliminares; e a terceira, a realização de testes de campo no Brasil, que acontecerá caso as duas primeiras etapas sejam bem sucedidas. A expectativa é de que, no futuro, o equipamento possa ser manufaturado e comercializado no país.

“Os desafios técnicos e operacionais do projeto SURDO vão ao encontro da proposta de inovação colocada pela Embrapii, aproximando a academia da indústria. O Senai acredita neste modelo novo de financiamento em P&D e irá realizar os esforços necessários para o sucesso deste projeto junto com o BG Group e a PGS”, pondera o diretor Regional do Senai Bahia, Leone Peter Correia da Silva Andrade.

 



Fonte: Ascom BG Brasil
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