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Política Energética

Belo Monte não terá incentivo incomum, diz Tolmasquim

29/04/2010 | 09h28

As críticas de ambientalistas não tiram a convicção do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, de que o resultado do leilão da usina de Belo Monte foi satisfatório. Ele defendeu os mecanismos de financiamento dados pelo governo e destacou que não foi dado nenhum apoio fiscal que não seja comum a qualquer empreendimento de infraestrutura na Amazônia.

 

De acordo com Tolmasquim, as isenções de PIS/Cofins e de 75% do imposto de renda são largamente utilizados para projetos na Amazônia, inclusive as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em construção no rio Madeira.

 

Perguntado sobre o projeto de financiamento desenhado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o projeto, Tolmasquim ponderou que as principais mudanças em relação a Jirau e Santo Antônio foram o aumento do montante a ser financiado, que saltou de 75% para 80%, e o prazo, que aumentou de 25 para 30 anos. "Financiamento não é subsídio, é um instrumento no funcionamento normal da economia", frisou.

 

Para ele, o consórcio vencedor tem totais condições de entregar a obra e conseguir um bom retorno com a taxa de 8,5% ao ano.Tolmasquim garantiu ainda que não haverá mudanças na vazão do rio Xingu, maior preocupação das populações ribeirinhas e indígenas da região. Neste ano, a EPE planeja licitar outras 13 hidrelétricas, cinco no rio Teles Pires, no Mato Grosso; cinco no Parnaíba, no Piauí; uma no Amapá, uma em Santa Catarina e outra no Pará, somando 4.500 megawatts de potência instalada.

(RR)
 



Fonte: Valor Econômico
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