acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
publicidade
Petróleo

Barril testa recorde e fecha além de US$ 145

14/07/2008 | 08h51

Os preços dos contratos futuros de petróleo, gasolina e óleo de calefação atingiram recorde de alta na sexta-feira, antes de cederem parte dos ganhos à realização de lucro dos traders. Na Nymex, o petróleo para entrega em agosto atingiu o recorde intraday de US$ 147,27 o barril, mas fechou em US$ 145,08, com alta de US$ 3,43, ou 2,42%, na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês). O Brent para agosto fechou em alta de US$ 2,46, em US$ 144,49 o barril, após tocar o recorde intraday de US$ 147,50 no mercado eletrônico ICE. O petróleo na Nymex subiu 51% em 2008 e quase dobrou de preço em relação a um ano atrás.

 

Depois de quedas acentuadas no início da semana, o petróleo fez uma pausa na quarta-feira para disparar nas duas últimas sessões. O fechamento desta sexta-feira está US$ 0,21 abaixo do recorde em fechamento de US$ 145,29, batido em 3 de julho. A disparada do preço do petróleo abala setores amplos da economia, de companhias aéreas e montadoras. Também puxa para baixo a demanda. A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que o consumo cairá 500 mil barris por dia este ano nos países mais ricos do mundo. Mas o crescimento nas economias emergentes vai mais do que compensar este declínio este ano, afirma a agência. "A mensagem esta semana é que ainda não estamos no ponto em que a contração econômica tenha começado a ter impacto sobre os preços de energia", disse Walter Zimmermann, analista da corretora ICAP/United Energy em Nova Jersey.

 

Os ganhos desta sexta-feira, que se seguem ao avanço de US$ 5,60 na quinta-feira, foram alimentados pelas ameaças de problemas na oferta. Os funcionários das plataformas da Petrobras ameaçam entrar em greve por cinco dias a partir de terça-feira na Bacia de Campos, que responde por mais de 80% da produção de petróleo da empresa.

 

Em São Paulo, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, questionou a influência das notícias a respeito de uma possível greve dos petroleiros no Brasil sobre a forte alta do preço do petróleo registrada sexta-feira no mercado internacional. "Essa é a prova de que as variações diárias no preço do petróleo não querem dizer muita coisa. Evidentemente que as notícias acabam levando nervosismo ao mercado, independentemente do tamanho do significado delas. Então é mais criação de expectativas irracionais do que um retrato da realidade", disse.



Fonte: Jornal do Commercio
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar