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Petróleo

Barril recupera valor após queda de 5%

27/06/2011 | 09h34
Os contratos futuros de petróleo negociados em Nova York corrigiram, na sexta-feira, uma parte da grande queda registrada no dia anterior, quando o mercado reagiu à notícia de que a Agência Internacional de Energia (AIE) vai liberar uma parcela de sua reserva emergencial para compensar a interrupção no abastecimento pela Líbia.
 

Os valores de fechamento de quinta-feira foram os mais baixos nos últimos quatro meses. Segundo a AIE, seus 28 integrantes concordaram em liberar 60 milhões de barris de óleo para o mercado no próximo mês. O medo de que a oferta supere a demanda provocou a queda.
 

"Ao decidir tomar essa ação coletiva, os países-membros da AIE aceitaram dispor de 2 milhões de barris de petróleo por dia de seus estoques emergenciais por um período inicial de 30 dias", informou a entidade. A notícia fez o preço do barril do WTI desabar quase 5% na quinta-feira no pregão de Nova York.
 

Na quinta-feira, as atenções se voltaram aos indicadores da economia americana, uma vez que o mercado ainda tem receio de um desaquecimento, o que reduziria a demanda por petróleo.
 

Os dados revisados do PIB americano mostraram que a economia dos Estados Unidos cresceu a uma taxa anualizada de 1,9% no primeiro trimestre. O número veio abaixo da expectativa dos economistas, que esperavam uma ampliação de 2%.
 

O mercado ficou atento também para o aumento dos pedidos de seguro-desemprego. As novas requisições do benefício somaram 429 mil na semana fechada no dia 18 deste mês, com alta de 9 mil na comparação com uma semana antes.
 

Já as vendas de casas novas nos Estados Unidos caíram 2,1% em maio, para uma taxa anualizada ajustada sazonalmente de 319 mil unidades, ante a marca de 326 mil unidades de abril (dado revisado).
 

Em Nova York, o barril do petróleo tipo WTI para entrega em agosto subiu 14 centavos de dólar, fechando o dia cotado a US$ 91,16. O vencimento de setembro teve ganho de 17 centavos de dólar, para US$ 91,71. Já em Londres, o Brent continuou caindo. O contrato de agosto recuou US$ 2,14, para US$ 105,12, enquanto o barril negociado para setembro teve baixa no dia de US$ 1,82, para US$ 105,31. O preço máximo alcançado pelo barril em Londres na sexta-feira foi de US$ 108, 70, enquanto o mínimo foi de US$ 103,62.
 
 
Nas duas últimas semanas foi registrada uma queda de 8%, que chegou a cerca de 20% no WTI em relação aos tetos registrados no começo de maio.


Fonte: Valor Econômico
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