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Petróleo

Barril aprofunda perdas e acumula queda de 15% desde o início do mês

09/05/2011 | 09h58
Depois de uma leve recuperação no começo da jornada, os preços internacionais do petróleo voltaram a cair na sexta-feira e fecharam a primeira semana do mês de maio com recuo de 15% em Nova York.
 

Somente na quinta-feira, dia em que todas as commodities perderam valor, o contrato mais negociado do barril retrocedeu 8,6%. As dúvidas sobre a real recuperação da economia americana e a cotação do dólar pesaram para a nova queda no dia seguinte.
 

Na sexta-feira, o contrato do WTI em Nova York, com vencimento em junho, teve queda de US$ 2,62 e fechou em US$ 97,18, enquanto o ativo para julho perdeu US$ 2,57, para US$ 97,77. O Brent para junho caiu US$ 1,67 e encerrou o dia a US$ 109,13; o vencimento de julho recuou US$ 1,72, para US$ 108,85.
 

O aumento na geração de empregos nos Estados Unidos em abril, com acréscimo de 244 mil vagas, surpreendeu os analistas. A taxa de desemprego, reportada pelo Departamento de Trabalho na sexta-feira, ficou em 9%, com novas ocupações em várias indústrias provedoras de serviços.
 

O dado de emprego, que segue em sentido contrário aos relatórios negativos divulgados ao longo da semana passada, foi suficiente para animar os investidores no começo da jornada, quando o barril chegou a superar novamente a marca dos US$ 100, mas não se sustentou ao longo do dia e recuou.
 

Além dos dados divulgados nos últimos dia, os números positivos de emprego anunciados pelo governo americano alimentaram uma variação positiva no dólar, que se reflete em sentido inverso no mercado de petróleo, precificado na moeda americana.
 

Para alguns analistas, a morte do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, no dia 1º de maio, pode ter servido como catalisador para estourar uma bolha que havia se formado em torno dos preços do petróleo desde o começo dos conflitos no Oriente Médio e norte da África, o que levou às maiores cotações desde o pico histórico de meados de 2008.


Fonte: Valor Econômico
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