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Acervo

Banco de dados da ANP sobre E&P completa 15 anos.

29/05/2015 | 11h21

Hoje (29/05), o Banco de Dados de Exploração e Produção – BDEP (www.bdep.gov.br) completa 15 anos, durante os quais se consolidou como o maior banco nacional de dados e informações técnicas sobre exploração e produção de petróleo e gás natural. Os dados técnicos – após processamento e interpretação – ajudam a determinar as áreas das bacias sedimentares onde há maior probabilidade de ocorrer petróleo e gás natural.

Criado com a colaboração entre CPRM e ANP, semelhante aos bancos de dados mantidos em outros países, o BDEP armazena, organiza e torna disponíveis informações geofísicas, geológicas e geoquímicas. Em 2000, o acervo original do BDEP, recebido da Petrobras, representava apenas 1% do volume atual (6,2 petabytes).

Atualmente, o BDEP conta com um acervo de dados total com 6.390,27 terabytes e 36 empresas associadas. No banco de dados, são armazenados os dados digitais de sísmica, de perfis de poços, de métodos não sísmicos (gravimetria, magnetometria, gamaespectrometria e eletromagnetismo) e de métodos geoquímicos. Em 2014, foram atendidas 508 solicitações de dados.

WebMaps

O BDEP mantém um catálogo do acervo, o WebMaps, que pode ser visualizado online por qualquer internauta. Além de listas e tabelas, o usuário tem acesso a mapas com feições geográficas baseadas nos dados do banco, localizando as bacias e campos de petróleo e gás no território brasileiro e seus respectivos estados. O WebMaps facilita a pré-seleção de dados públicos disponíveis em áreas por participantes de rodadas de licitações, além de ser fonte de informação para qualquer pessoa que tenha interesse no tema.

Os acessos ao WebMaps, entre janeiro de 2014 e maio de 2015, ocorreram de 75 países diferentes, sendo a maior parte proveniente do Brasil (17.239), seguido por Estados Unidos (2.577), Reino Unido (566), França (328) e Noruega (223). No País, os acessos ocorrem, em sua maior parte, do Rio de Janeiro (12.086), São Paulo (1.586) e Salvador (903). Nesse período, 11.517 pessoas (IPs diferentes) acessaram o sítio, em um total de 22.625 visitas. Dessas, 54,34% foram novos visitantes.

Formação do acervo

Os dados técnicos podem ser obtidos tanto pelas empresas em áreas contratadas com a ANP (concessão, cessão ou partilha), por meios próprios ou por empresa contratada, como por empresas de aquisição de dados capacitadas para a aquisição de dados, mediante autorização da ANP.

As empresas de aquisição de dados podem coletar dados por sua conta e risco, ou por encomenda de empresas operadoras de áreas contratadas com a ANP. Os dados adquiridos são entregues aos cuidados da ANP até 60 dias após a conclusão da aquisição, nas versões bruta e processada. A ANP garante total sigilo sobre as informações durante o período de confidencialidade que for previsto para cada tipo de dado, conforme Resolução ANP n° 11/2011, de 17/02/2011. Depois, os dados técnicos se tornam públicos, ou seja, ficam disponíveis para consulta e acesso.

Pessoas físicas e jurídicas podem solicitar acesso aos dados públicos, pertencentes à União Federal e sob a gestão do BDEP, seguindo o disposto na Resolução ANP n° 1/2015, de 14/01/2015.

BDEP, uma atribuição da ANP

Regular a execução de serviços de geologia e geofísica aplicados à prospecção petrolífera, e organizar e manter o acervo das informações e dados técnicos relativos às atividades de E&P de Petróleo e gás natural são atribuições da ANP, conforme a Lei nº 9.478/1997. Por meio da gestão do BDEP, a ANP assegura a efetiva coleta, manutenção e administração dos dados técnicos adquiridos nas bacias sedimentares brasileiras.

A aquisição de dados e a gestão desse acervo garantem ao Brasil o domínio sobre o conhecimento produzido a respeito do seu potencial em hidrocarbonetos. A aquisição contínua de dados técnicos é essencial para que o País possa estudar as bacias qualificadas como potencialmente produtivas e, assim, atrair investimentos para o desenvolvimento das atividades de exploração e produção – fatores que, somados, têm como resultado esperado o incremento das reservas e da produção de petróleo e gás natural.



Fonte: Redação / Assessoria
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