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Investimentos

Auto-suficiência, `ouro de tolo`

06/01/2006 | 00h00

Decantada ao longo dos anos como a solução para os problemas de abastecimento energético do país, a tão sonhada auto-suficiência do petróleo chegará finalmente até maio próximo, no auge da campanha presidencial. Analistas avaliam, no entanto, que, ao contrário do que se esperava, a conquista se revelará inócua: se o consumidor espera queda no preço da gasolina, deve se preparar para a decepção.

Para esses analistas, por mais que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, acenem com uma nova realidade de preços nos próximos anos, o não reajuste da gasolina e do óleo diesel pode comprometer a capacidade de investimento da Petrobras. Para o consultor Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infra-Estrutura (CBIE), a opção por uma política de preços ``populista`` para os combustíveis encerra riscos para a manutenção da própria auto-suficiência. Daí ser pouco aconselhável, e até mesmo improvável, um descolamento de preços internos e externos capaz de impedir reajustes em 2006.

Além disso, avalia o economista Edmar Almeida, do da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os benefícios macroeconômicos da auto-suficiência, como a ligeira melhoria para o saldo comercial do país, serão neutralizados por fatores como a alta carga de impostos sobre os combustíveis.



Fonte: Jornal do Brasil
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