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Auto-suficiência

Auto-suficiência em petróleo está garantida, diz Rondeau

19/10/2006 | 00h00

SÃO PAULO - O ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, afirmou que a auto-suficiência em petróleo do Brasil está garantida, apesar de o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, ter dito nesta quarta-feira que a meta de produção média anual de 2006 poderá não ser atingida. "Hoje nós temos uma produção superior à demanda e estamos num esforço muito grande de estabelecer um patamar crescente e diminuir as importações de óleo leve", disse ele.

O ministro afirmou que um dos compromissos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é manter a auto-suficiência. Ele explicou que num setor como o de petróleo, em que se trabalha com perspectivas estatísticas de natureza geológica, é natural que haja alguma oscilação na produção.

O ministro compareceu nesta quarta a um evento da BR Distribuidora e da empresa B100 Participações, em São Paulo, para a assinatura de um contrato de compra de combustível na proporção de 30% de biocombustível, 8% de álcool e 62% de diesel. O novo combustível será usado para abastecer 1.880 ônibus da Viação Itaim Paulista (VIP), em caráter experimental, mas poderá ser comercializado para outras empresas.

"Desenvolvemos esse combustível e inicialmente estamos utilizando em nossa frota. Mas, num segundo momento, podemos vendê-lo para outras empresas", afirmou Ivonice Campos, diretora da B100, empresa de tecnologia do Grupo VIP.


Termelétricas
Rondeau afirmou que neste momento não há problemas com as térmicas. "Todas as termelétricas que estão sendo despachadas agora estão operando", disse, numa clara referência ao momento atual, quando as chuvas na Região Sudeste já começaram. As térmicas só funcionam quando não há chuva suficiente para manter os reservatórios com um percentual adequado de água. No período de chuvas, portanto, as termelétricas são menos solicitadas.

A resposta do ministro está relacionada com a questão da audiência pública em andamento na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que ameaça reduzir os contratos de termelétricas que foram solicitadas a funcionar pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) no mês passado, mas não conseguiram por falta de gás. A audiência pública foi antecipada pela Agência Estado em 19 de setembro.

A aposta do Ministério das Minas e Energia é que, com a chegada das chuvas, não seja necessário despachar as térmicas em grande quantidade nos próximos dois anos. Depois disso, a Petrobras já contaria com o gás natural liquefeito (GNL) para atender essas usinas.

Fonte: O Estado de S.Paulo



Fonte: O Estado de S.Paulo
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