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Reajuste

Aumento dos combustíveis não oferece risco para inflação

15/10/2004 | 00h00

Ainda há margem para um aumento de até 3% no preço da gasolina para o consumidor, percentual que não ameaçaria a meta de inflação para 2004 e diminuiria a distância em relação ao preço do petróleo no mercado externo. Os dados são do próprio Banco Central.
- Não sabemos que regras foram usadas para se chegar aos percentuais anunciados nesta quinta-feira (14/10). Mas, quanto mais defasados esses preços fecharem o ano, maior é a chance de ocorrerem reajustes no início de 2005, o que traria impacto negativo sobre as metas inflacionárias do próximo ano, que já são bem apertadas - afirma o economista Elson Teles, da Fides Asset Management.
O momento escolhido para o reajuste (meados do mês) ajuda a amenizar o impacto inflacionário, que será diluído entre os índices apurados nos meses de outubro e novembro. O reflexo mensal será de 0,035 ponto percentual no IPCA, calculado pelo IBGE e utilizado pelo governo como referência para a meta de inflação. O aumento do diesel praticamente não traz conseqüências para os índices oficiais.



Fonte: Jornal do Brasil
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