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Oferta de Energia

Aumento de 17% na oferta de geração de energia até 2019

21/07/2015 | 17h29

A Bolt Energias avalia que ocorrerá um aumento de 17% na oferta de geração de energia até 2019, com base nos empreendimentos já licitados, que alcançará a garantia física total de 84 GW neste período no Brasil. A utilização da matriz hidrelétrica será ampliada em 13%, que corresponderá a 57,4 GW da carga do SIN, e as usinas termelétricas terão crescimento de 21% e serão responsáveis por 17,5GW de todo sistema.

Esta tendência ocorrerá em virtude da perspectiva da completa operação das usinas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) e parte de Belo Monte que estará em construção, além da ampliação de investimentos no abastecimento de usinas por meio de gás, carvão, biomassa florestal, parques eólicos e painéis fotovoltaicos.
Em julho de 2015, espera-se uma redução de 2% na carga total (60.013 MW) no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. O resultado ocorre em virtude da redução de atividade da indústria e menor operação do setor de comércio e serviços nos subsistemas Centro-Oeste / Sudeste e Sul, onde estão localizados 70% do parque nacional de geração. O crescimento de 6,2% no Nordeste, no acumulado no ano, retrata o comportamento das classes residencial e comercial.
Os reservatórios deverão ficar com 36% de sua capacidade no Sudeste, 24% no Nordeste, 90% no Sul e 79% no Norte. Esperam-se, como efeito da presença do El Niño, chuvas concentradas no extremo norte do país e aumento de precipitação no sul. Não há sinais de alterações para outras áreas de Brasil. Os modelos climáticos apontam 90% de probabilidade de permanência deste fenômeno climático até novembro e de 85% com o início do verão 2015 / 2016.

A Bolt Energias avalia que ocorrerá um aumento de 17% na oferta de geração de energia até 2019, com base nos empreendimentos já licitados, que alcançará a garantia física total de 84 GW neste período no Brasil. A utilização da matriz hidrelétrica será ampliada em 13%, que corresponderá a 57,4 GW da carga do SIN, e as usinas termelétricas terão crescimento de 21% e serão responsáveis por 17,5GW de todo sistema.

Esta tendência ocorrerá em virtude da perspectiva da completa operação das usinas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) e parte de Belo Monte que estará em construção, além da ampliação de investimentos no abastecimento de usinas por meio de gás, carvão, biomassa florestal, parques eólicos e painéis fotovoltaicos.

Em julho de 2015, espera-se uma redução de 2% na carga total (60.013 MW) no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. O resultado ocorre em virtude da redução de atividade da indústria e menor operação do setor de comércio e serviços nos subsistemas Centro-Oeste / Sudeste e Sul, onde estão localizados 70% do parque nacional de geração. O crescimento de 6,2% no Nordeste, no acumulado no ano, retrata o comportamento das classes residencial e comercial.

Os reservatórios deverão ficar com 36% de sua capacidade no Sudeste, 24% no Nordeste, 90% no Sul e 79% no Norte. Esperam-se, como efeito da presença do El Niño, chuvas concentradas no extremo norte do país e aumento de precipitação no sul. Não há sinais de alterações para outras áreas de Brasil. Os modelos climáticos apontam 90% de probabilidade de permanência deste fenômeno climático até novembro e de 85% com o início do verão 2015 / 2016.



Fonte: Redação/ Assessoria
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