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15º CISBGf

Aumentamos nossa capacidade de processamento de dados exploratórios, diz Mário Carminatti da Petrobras

04/08/2017 | 11h25
Aumentamos nossa capacidade de processamento de dados exploratórios, diz Mário Carminatti da Petrobras
Agência Petrobras Agência Petrobras

Nós da Petrobras apostamos na ampliação da nossa capacidade de processamento de dados de geoengenharia – geofísica, geologia e engenharia de petróleo - como chave para aumentar a eficiência das atividades de exploração e produção. Com a contratação de computadores de alto desempenho, esperamos quintuplicar a capacidade de processamento de dados e, assim, aumentar a precisão das imagens do subsolo e reduzir riscos exploratórios. A avaliação é do nosso gerente executivo de Exploração, Mário Carminatti, que participou, essa semana, do fórum de abertura do 15º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica (SBGf).

“Com a intensificação dos nossos projetos no pré-sal, vamos aumentar a demanda por computadores de elevado desempenho e isso abrirá novas oportunidades para as empresas fornecedoras no Brasil”, explicou Carminatti. O gerente destacou, ainda, que a ampliação da capacidade de processamento de dados promoverá um salto de qualidade inquestionável nos resultados dos trabalhos de geoengenharia.

O fórum de abertura contou também com as participações dos CEOs André Araújo (Shell Brasil), Lincoln Guardado (Queiroz Galvão) e Miguel Pereira (Petrogal Brasil). A moderação dos debates foi feita pelo nosso gerente geral de Exploração e Competências Técnicas de Libra, Ricardo Rosa Fernandes, que também é secretário de Relações Institucionais da SGBf.

A importância dos investimentos em ciência e tecnologia foi outro tema de discussão. Os participantes do fórum destacaram que a combinação de competência humana e capacidade computacional de elevado desempenho será fator decisivo para a superação dos desafios atuais da indústria, provocados pela queda do preço do petróleo e pelas atividades de exploração e produção em ambientes complexos, como águas ultraprofundas e camada pré-sal. Nesse sentido, Carminatti reforçou a importância da qualificação profissional e explicou que devemos nos aproximar ainda mais das universidades, para uma efetiva troca de conhecimentos. “O custo com treinamentos é pequeno diante dos resultados que trazem”, sintetizou.

Durante o debate sobre regulação, os participantes concordaram que uma maior flexibilização das regras de conteúdo local poderá favorecer a indústria como um todo e tornar as fornecedoras nacionais mais competitivas.



Fonte: Redação/Agência Petrobras
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