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Energia

Atrasos encarecem Jirau e hidrelétrica espera perdão

09/09/2013 | 09h53

 

Paralisações, incêndios e atos de vandalismo que tomaram conta dos canteiros de obra da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, tiveram consequências graves - e a fatura já chegou. O consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção e operação da hidrelétrica, terá de pagar uma conta extra que pode superar R$ 400 milhões, por descumprir o compromisso de entrega do volume de energia que deveria ser fornecido a partir deste mês.
Na semana passada, Jirau acionou sua primeira turbina, de 75 megawatts (MW), de um total de 50 unidades geradoras do projeto. Não houve comemorações. A usina teria de acionar 16 turbinas só neste mês para garantir a oferta de 730 megawatts médios de energia. Como o consórcio não tem condições de entregar a energia, sua única saída é buscar o mercado livre, no qual geradores vendem grandes volumes a preços bem mais altos que os do mercado regulado. Para cobrir o déficit de geração de setembro, o desembolso necessário hoje, levando-se em conta o preço médio do megawatt, chegaria a R$ 130 milhões. Esse problema também se estende para os meses seguintes, uma vez que o acionamento gradativo de Jirau estará sempre abaixo do estabelecido em contrato.
O consórcio tenta convencer o governo de que o déficit na geração não é de sua responsabilidade, mas reflexo de eventos que fugiram ao seu controle e comprometeram o cronograma da obra. Em relatório obtido pelo Valor, o consórcio - formado pela GDF Suez (60%), Eletrosul (20%) e Chesf (20%) - alega que greves e vandalismos resultaram em 25 meses de paralisação total ou parcial nas obras da margem direita e mais 18 meses na margem esquerda. A expectativa é que a Aneel perdoe o atraso nas instalações das turbinas por conta das paralisações e conceda uma prorrogação nos prazos do contrato. Para complicar ainda mais, o consórcio terá perda de receita, porque estará impedido de vender energia para o mercado livre até dezembro.

Paralisações, incêndios e atos de vandalismo que tomaram conta dos canteiros de obra da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, tiveram consequências graves - e a fatura já chegou. O consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção e operação da hidrelétrica, terá de pagar uma conta extra que pode superar R$ 400 milhões, por descumprir o compromisso de entrega do volume de energia que deveria ser fornecido a partir deste mês.


Na semana passada, Jirau acionou sua primeira turbina, de 75 megawatts (MW), de um total de 50 unidades geradoras do projeto. Não houve comemorações. A usina teria de acionar 16 turbinas só neste mês para garantir a oferta de 730 megawatts médios de energia. Como o consórcio não tem condições de entregar a energia, sua única saída é buscar o mercado livre, no qual geradores vendem grandes volumes a preços bem mais altos que os do mercado regulado. Para cobrir o déficit de geração de setembro, o desembolso necessário hoje, levando-se em conta o preço médio do megawatt, chegaria a R$ 130 milhões. Esse problema também se estende para os meses seguintes, uma vez que o acionamento gradativo de Jirau estará sempre abaixo do estabelecido em contrato.


O consórcio tenta convencer o governo de que o déficit na geração não é de sua responsabilidade, mas reflexo de eventos que fugiram ao seu controle e comprometeram o cronograma da obra. Em relatório obtido pelo Valor, o consórcio - formado pela GDF Suez (60%), Eletrosul (20%) e Chesf (20%) - alega que greves e vandalismos resultaram em 25 meses de paralisação total ou parcial nas obras da margem direita e mais 18 meses na margem esquerda. A expectativa é que a Aneel perdoe o atraso nas instalações das turbinas por conta das paralisações e conceda uma prorrogação nos prazos do contrato. Para complicar ainda mais, o consórcio terá perda de receita, porque estará impedido de vender energia para o mercado livre até dezembro.



Fonte: Valor Econômico
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