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Hidrelétrica

Atraso no Madeira não será repassado à tarifa

29/03/2011 | 09h44
Os problemas de violência e vandalismo que afetaram as obras de construção das usinas hidrelétricas no Rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, poderão ter impacto sobre o fluxo de receita dos consórcios, indica o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. Ele afirmou que a receita perdida não poderá ser reposta no projeto.
 

Tolmasquim disse não estar preocupado com a energia das usinas. Ele acredita que, em relação ao cronograma original, é muito pouco provável que haja alguma demora. "Talvez a antecipação que estava prevista não seja exatamente aquela. Acho que vai haver negociação, e isso vai se resolver."
 

De qualquer maneira, Tolmasquim considerou "ruim" haver algum atraso em relação à antecipação de entrada em produção. "É claro que o empreendedor estava contando com a antecipação para sua equação financeira. Na hora em que atrasa, é claro que tem alguma questão", disse.
 

Ele afirmou que não será possível repassar essa perda de receita. "Pelo contrato, não tem reequilíbrio econômico-financeiro. Ele vai ter que arcar com esses custos e incorporar no seu fluxo de caixa. Não tem como passar para a tarifa."
 

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, acredita que, mesmo com a paralisação e a destruição dos alojamentos, ainda será possível antecipar a produção de energia das usinas.
 
 
"Está mantida, sem dúvida, a expectativa da antecipação (da entrada de geração de energia das usinas) de Santo Antônio e Jirau. Devem ser antecipadas em um ano (em relação ao projeto licitado)", disse, Hubner.


Fonte: Valor Econômico
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