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Produção

Atraso de 18 meses ainda afeta desempenho da P-43

01/02/2005 | 00h00

A plataforma P-43 voltará a operar no sábado (05/02), depois de ter operado durante aproximadamente de 20 dias no campo de Barracuda e sofrer uma parada para manutenção de outros 15 dias, desde meados de janeiro. Segundo o gerente executivo de engenharia da Petrobras, Pedro José Barusco Filho, o atraso de 18 meses na entrega da plataforma pela KBR, subsidiária da Halliburton e responsável pelo EPC do projeto, influenciou o desempenho da P-43.
Barusco informou, no entanto, que ao voltar a Barracuda a P-43 estará apta a produzir 70 mil barril de petróleo diariamente, sem necessidade de passar pela fase inicial de produção inicial de 10 mil barris diários, como ocorreu no início do ano. A P-48, que também entrará em operação atrasada no dia 13 de março, em Caratinga, já iniciará com capacidade de produção de 70 mil barris diários. O executivo acrescentou, ainda, que espera-se que a produção de cada uma das plataformas supere a capacidade de 150 mil barris anunciada inicialmente. Barusco garantiu que apesar dos atrasos a possibilidade de auto-suficiência em petróleo no final de 2005 continua válida.
As plataformas P-43 e P-48 fazem parte do projeto Barracuda-Caratinga, que sofreu um atraso de 18 meses em função de uma disputa entre Petrobras e KBR, contratada como epecista do projeto. A KBR exigia alteração no valor no negócio em função das alterações de projeto incluídas pela Petrobras durante a fase de construção. Por outro lado, a Petrobras alegava que sofreu prejuízos em razão dos atrasos na entrega. No final do ano passado, as empresas entraram em um acordo e as plataformas finalmente foram entregues. No entanto, como informa Barusco, "depois de tanto tempo paradas, unidades complexas como estas necessitam de manutenção, uma plataforma não é como um vídeo cassete".
Além da P-43 e P-48, a Petrobras ainda espera pela P-50, que tem previsão para o início da produção maio. A P-50, está em fase final de construção no Estaleiro Mauá Jurong, em Niterói, e vai produzir no campo de Albacora Leste, com capacidade de produção de 180 mil barris diários.



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